
Castro, afastado do poder desde julho de 2006 por motivos de saúde, afirmou que Chávez enfrenta "uma conspiração ajudada pelos ianques", mas que a oposição não poderá derrotá-lo nas eleições, previstas para 7 de outubro. "Nunca ninguém fez mais pelo povo venezuelano que o Movimento Bolivariano", completou.
