"Eles estão entrando nas casas, revistando carros, parando pessoas nas ruas e verificando seus documentos de identidade", disse à Associated Press Mohammed al-Saeed, ativista e morador de Douma. Segundo ele, os soldados tinham listas com nomes de pessoas procuradas. "Há muito pouco movimento nas ruas e ninguém tem permissão para entrar ou sair de Douma."
O subúrbio se tornou um local de intensas manifestações nos últimos meses, com grandes protestos contra Assad que foram reprimidos pelas forças de segurança.
A apenas 16 quilômetros de distância do centro de Damasco, milhares de pessoas saíram às ruas agitando bandeiras e gritando palavras de ordem ao presidente Assad. Manifestações semelhantes foram realizadas em Aleppo, no norte do país, segundo meios de comunicação estatais.
O Observatório Sírio pelos Direitos Humanos, sediado em Londres, disse forças do exército e da polícia foram vítimas de uma emboscada nesta quinta-feira perto da cidade de Khirbet Ghazaleh que matou quatro integrantes das forças de segurança e feriu outros cinco.