No sábado, o emir do Qatar declarou ser partidário de enviar tropas de países árabes à Síria para "deter a matança" que já cobrou a vida de mais de 5.000 pessoas nos 10 meses da revolta contra o regime do presidente sírio, Bashar al-Assad.
O cheque Hamad bin Khalifa al Thani se transformou no primeiro líder árabe a pedir publicamente a mobilização de tropas árabes na Síria, ao declarar no programa "60 Minutes", do canal CBS que "alguns efetivos deveriam ir para acabar" com a violenta repressão das forças do presidente sírio.
A violência na Síria continua, apesar da presença, desde o dia 26 de dezembro, de dezenas de observadores enviados pela Liga Árabe para supervisionar a aplicação de um plano de saída da crise.
Nesta terça, onze civis morreram, oito deles na explosão de uma bomba durante a passagem do micro-ônibus em que viajavam, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) em um comunicado.