A porta-voz reconheceu que as relações de Washington com o governo do presidente Hugo Chávez "têm sido complexas e difíceis, mas isto não muda o fato de que se há meios de melhorar, estaremos abertos" a essa possibilidade.
A expulsão de Acosta aconteceu depois de a cadeia hispânica Univisión divulgar um documento que revelava um suposto complô iraniano para realizar ciberataques contra os Estados Unidos, orquestrado no México anos atrás, quando a diplomata estava destacada naquele país.
Diante do pedido de congressistas americanos de que se inicie uma investigação das missões diplomáticas venezuelanas, Nuland afirmou que essa tarefa "não é responsabilidade do Departamento de Estado", mas sim das agências de inteligência.
O Departamento "colabora totalmente com o FBI (polícia federal) e com outras agências responsáveis por garantir que os diplomatas atuem dentro da Convenção de Viena", garantiu Nuland.