"Também há palavras sobre a divisão religiosa que o próprio regime fomentou e estimulou", declarou em uma entrevista coletiva em Istambul Basma Qodmani, integrante do CNS.
"Isto indica que o regime segue para um comportamento ainda mais criminoso e irresponsável", completou.
Assad, que enfrenta uma rebelião popular e sanções em consequência da repressão executada pelo regime, afirmou nesta terça-feira que nunca ordenou tiros contra manifestantes, prometeu um referendo em março e disse que irá combater o "terrorismo" com "mão de ferro".