Mesmo com a resistência de muitos ativistas em relação à missão árabe, os enviados entraram nas áreas mais afetadas de Homs, sem serem acompanhados por forças de segurança sírias, e podendo conversar com moradores. No início do dia, o chefe da equipe de monitores, o general sudanês Mustafa Dabi, disse que até o momento não havia presenciado "nada assustador”.
Segundo o plano de paz acordado entre o governo e a Liga Árabe (que reúne 23 nações), todos os manifestantes presos durante os protestos contra o governo, iniciados em março, devem ser soltos pela Síria.
O governo Assad é suspeito de cometer uma série de violações aos direitos humanos, como assassinatos, torturas, prisões irregulares, sem poupar crianças e mulheres. A Organização das Nações Unidas (ONU) e entidades de defesa dos direitos humanos estimam que 14 mil pessoas tenham sido detidas e 5 mil mortas devido à repressão do regime sírio contra os manifestantes.