O general Al-Dabi considerou "boa" a missão dos observadores em Homs na terça-feira, dia em que mais de 70.000 manifestantes contra o regime protestaram em um bairro desta cidade, que fica 160 km ao norte de Damasco.
"Vamos a Homs para abordar temas administrativos com os revolucionários", explicou o general, antes de destacar que a missão da Liga Árabe "trabalha a favor da estabilidade e da segurança na região".
O general anunciou ainda que outros 16 observadores chegarão ao país para unir-se aos 50 presentes desde segunda-feira. "Outros observadores chegarão progressivamente, com o objetivo de cobrir toda a Síria", disse. O governo da Rússia pediu a Síria que conceda a maior liberdade possível aos observadores da Liga Árabe.
Nesta quarta-feira, quatro soldados do Exército sírio morreram e 12 ficaram feridos em uma emboscada executada por desertores na província de Deraa, anunciou o opositor Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), que tem sede em Londres. Segundo a ONU, mais de 5.000 pessoas morreram na Síria desde o início da revolta contra o regime de Assad em março.