As revelações estão na biografia "Steve Jobs", de Walter Isaacson, que terá lançamento mundial na segunda-feira. "Eu realmente não queria que eles (médicos) abrissem meu corpo, então procurei saber se outras alternativas poderiam funcionar", escreve o autor do livro, citando o cofundador da Apple. Isaacson disse que sentiu em Jobs uma ponta de arrependimento por causa dessa decisão. A revista Fortune divulgou em 2008 que Jobs buscava tratamentos alternativos porque ele suspeitava da medicina tradicional. Após longa batalha contra o câncer, Steve Jobs morreu no último dia 5, aos 56 anos.
A experiência do cofundador da Apple com LSD e em outros aspectos da contracultura dos anos 1960 estão bem documentados. No livro, Jobs diz que o LSD "reforçou minha sensação do que era importante: criar grandes coisas em vez de fazer dinheiro, colocar as coisas no curso da história e da consciência humana tanto quanto eu pudesse".
O livro afirma ainda que Jobs nunca foi um CEO típico. O primeiro presidente da Apple, Mike Scott, foi contratado principalmente para gerenciar Jobs, então com 22 anos. Um das primeiras metas de Scott era fazer Jobs tomar banho com mais frequência, o que não aconteceu, de acordo com a biografia.