Os depoimentos de Tantaui e do chefe do Estado-Maior do Egito, Sami Anan, assim como o do chefe dos Serviços Secretos, general Omar Suleiman, ocorrerão sem a presença do público. Suleiman era o vice-presidente na gestão de Mubarak.
Serão ouvidos ainda o atual ministro do Interior, Mansur el-Issaui, e o antecessor deler Mahmud Wagdi. Segundo o juiz Refaat, todos os depoimentos ocorreram sem a presença de público por razões de “segurança nacional”.
Mubarak, os filhos e as autoridades são julgados a pedido de famílias de manifestantes que participaram de protestos contra o antigo governo. Eles são acusados de ter ordenado atos de violência e repressão para conter as manifestações. Desde que deixou o poder, Mubarak e a família passaram a viver em um balneário no Egito.