Uma fazenda de colheita de café, em Campestre, no Sul de Minas, foi notificada pelo o Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais (MPT-MG), que constatou que os trabalhadores eram coagidos a manterem sigilo sobre as condições de trabalho, tudo para que o proprietário não tivesse a obrigação de arcar com despesas trabalhistas.
Leia Mais
PM apreende 38 cavalos por suspeita de maus-tratos em fazendaOperação desarticula quadrilha de roubos a fazendas e prende 16 pessoasTombamento de fazenda visa preservar história em MinasTraficante acusado de mandar matar sargento da PM é preso em SabaráQueda de árvores interdita BR-040 no sentido Rio de JaneiroA fim de evitar os ônus decorrentes do vínculo de empregatício, segundo o MPT-MG, os funcionários da fazenda eram submetidos a uma prática de simulação para celebrar contratos de "parceria" rural. Desta forma, o proprietário usava de fraude e má fé para burlar as leis trabalhistas, deixando os funcionários sem qualquer direito previsto na contratação por carteira assinada (CTPS) em regime de CLT.
Além disso, eles trabalhavam sem as devidas proteções exigidas para o tipo de função, como equipamento de Proteção Individual (EPI).