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Estado de Minas VÍTIMAS DO CORONAVÍRUS

BH bate marca de 3 mil mortes por COVID-19

Dessas, 1.143 aconteceram em 2021, a maior parte por reflexo das aglomerações do período de festas e do carnaval, além do atraso na vacinação


22/03/2021 20:52 - atualizado 22/03/2021 21:21

Enterro no Cemitério da Paz, no Bairro Alto Caiçaras, Região Noroeste de BH, nesta segunda (22/3). Cidade registra 3.020 mortes por COVID-19(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
Enterro no Cemitério da Paz, no Bairro Alto Caiçaras, Região Noroeste de BH, nesta segunda (22/3). Cidade registra 3.020 mortes por COVID-19 (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)

 

Belo Horizonte bateu a marca de 3 mil mortes por COVID-19 nesta segunda-feira (22/3). De acordo com a prefeitura, a cidade soma 3.020 óbitos pela doença no total, 32 a mais que no boletim anterior, divulgado nessa sexta (19/3).

 

Há, ainda, 158 mortes em investigação na cidade. Das 3.020 vidas perdidas na capital, 1.634 eram pessoas do sexo masculino e 1.386 do feminino.

 

Os óbitos são formados em grande parte pelos idosos: 2.520 pessoas acima dos 60 anos já perderam a batalha contra o coronavírus, 83,55% do total de BH.

 

 

 

BH também registra a morte de 434 pessoas  (14,3% do total) entre 40 e 59 anos; 63 (2,06%) entre 20 e 39; e uma entre 10 e 14 (0,03%). Há, ainda, dois óbitos de crianças entre 1 e 4 anos (0,06%).

 

No levantamento por regionais de Belo Horizonte, a Noroeste é a região com maior número de mortes por COVID-19 em BH: 391, 28 a mais que a Nordeste. Na sequência, aparecem Oeste (362), Centro-Sul (360), Barreiro (347), Leste (336), Venda Nova (307), Pampulha (279) e Norte (275).

 

Dos 3.020 óbitos por COVID-19 em BH, 1.143 aconteceram em 2021. Portanto, 37,8% das vidas perdidas pela doença em toda a pandemia foram registradas neste ano, em menos de três meses.

 

Conforme mostrado pelo Estado de Minas no último dia 8, cinco motivos principais causaram a alta nos números da pandemia neste ano. Os principais são as aglomerações no carnaval e no período de festas e a lentidão da vacinação.

 

Além disso, os erros da gestão do Governo Federal, a queda do isolamento social e a circulação de novas variantes interferiram para o colapso total do sistema de saúde da cidade.

 

 


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