O réveillon 2020 foi atípico não só para os brasileiros, mas, também, para todo o mundo, em função da COVID-19. No entanto, em alguns locais de Belo Horizonte, festas clandestinas foram identificadas e evitadas pela prefeitura da capital mineira, por meio da Guarda Municipal, Subsecretaria de Fiscalização, Vigilância Sanitária e BHTrans. Além dos órgãos envolvidos, a Polícia Militar (PM) também atuou para coibir aglomerações.
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Mais dois idosos, internos de asilo de Nova Era, morrem com COVID-19Casa de repouso de Juiz de Fora tem alta taxa de infecção pela COVID-19Minas Gerais ultrapassa as 12 mil mortes por COVID-19Prefeitura de BH impediu a realização de ao menos 70 festas no fim do anoRuas, avenidas e praças de Esmeraldas terão novo CEP nesta segunda Falta de médicos obriga Fhemig a fechar 10 leitos de UTI em BHAmigos de Nova Lima morrem afogados em praia de Cabo FrioGrande parte das ações foram movidas por causa de denúncias feitas pela população. Houve, também, trabalhos preventivos. Na Praça do Papa, na Região Centro-Sul, agentes evitaram aglomerações e combateram a poluição sonora provocada pelo uso de caixas de som. O local é conhecido por concentrar alto número de pessoas.
Ainda de acordo com a Prefeitura de BH, a Subsecretaria de Fiscalização não interditou nenhum estabelecimento, mas aplicou três multas em locais que já haviam sido fechados e insistiram em ficar abertos.
“As equipes integradas continuarão agindo na fiscalização de espaços públicos, de forma a evitar aglomerações. As denúncias podem ser feitas pela população pelo telefone 156 e pelo aplicativo BH APP”, disse, em nota, a prefeitura.