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Estado de Minas COVID-19

Kalil: "Nenhum dos óbitos ocorreu por falta de assistência"

Prefeito de Belo Horizonte volta a afirmar que capacidade dos hospitais públicos da capital superou a demanda


04/08/2020 13:35 - atualizado 04/08/2020 14:55

Prefeito anunciou a liberação de funcionamento de vários setores do comércio(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Prefeito anunciou a liberação de funcionamento de vários setores do comércio (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (4), na Prefeitura de Belo Horizonte, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) voltou a pedir a colaboração da população para seguir com a proposta de reabertura gradual da economia. Seguindo as diretrizes do Comitê de Enfrentamento à COVID-19, ele anunciou a liberação do comércio a partir de quinta-feira (6) e garantiu que a capital tem número de leitos de acordo com a necessidade. 

 

 

"Não negamos a importância dessa doença. Os mais de 500 mortos é porque a doença mata. Não faltou leito de UTI ou enfermaria. A doença é mortal e perigosa. Agora não respeitamos mais idade. Jovens estão sendo contaminados. Hoje houve morte de gente que não teve comorbidade", disse o prefeito.

 

Segundo o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto, a demanda por leitos de UTI tem caído nos últimos dias. Atualmente, a capital conta com 681 leitos de UTI disponíveis, com ocupação de 84,4%. Já a atual capacidade de leitos de enfermaria é de 1.115, com percentual de ocupação de 63,3%.

 

Belo Horizonte chegou ao número de 605 mortes nesta terça-feira. O número de casos confirmados também foi divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde: 204.779. 


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