Jornal Estado de Minas

CORONAVÍRUS

COVID-19: BH volta à estaca zero, e manifestantes marcam protesto; veja o que pode abrir

Belo Horizonte volta nesta segunda-feira ao estágio inicial do funcionamento do comércio em meio à pandemia do novo coronavírus, somente com o funcionamento de atividades consideradas essenciais. A medida, considerada um recuo, foi anunciada na última sexta-feira pela prefeitura, que vinha flexibilizando o comércio desde 25 de maio. A decisão gerou revolta de parte da população, que marcou um protesto pela reabertura a partir das 10h desta manhã, na porta da sede do Executivo da capital mineira. O movimento não tem uma autoria definida.





 

Nesta segunda, o cenário será semelhante com o que já vigora desde 20 de março deste ano, quando somente os estabelecimentos essenciais estavam em funcionamento. Veja, abaixo, o que vai funcionar com o novo decreto que volta a cidade para a “fase zero” da flexibilização:

A regra atual para bares, restaurantes e lanchonetes continua em vigor. Esses tipos de estabelecimentos podem funcionar por delivery ou retirada no local.

Desde 25 de maio, BH estava retomando a atividade comercial. A capital mineira já estava na segunda etapa, mas recuou devido ao aumento do número de casos de coronavírus e ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Veja, abaixo, os estabelecimentos que serão fechados:
Segundo boletim epidemiológico publicado nesse domingo pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), a capital mineira tem 5.087 casos de COVID-19, dos quais 108 resultaram em mortes. A recomendação das autoridades de saúde é de que as pessoas não saiam de casa, somente em alguma urgência. O uso de máscara é obrigatório.

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