Ao acionar o serviço do app para se deslocar de um shopping para sua casa, o estudante conta que o motorista se negou de fazer o trajeto sugerido e o expulsou do veículo. "Ai seu viadinho, você vai descer é aqui" disse o condutor, deixando João Pedro em uma rua escura e deserta, longe do destino definido no aplicativo. O motorista o abandou 500 metros do ponto de partida.
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Apesar de João Pedro ter exposto a situação nas redes sociais – pedido para que os usuários não aceitassem uma corrida com o condutor que o atacou –, ele afirmou a reportagem do Estado de Minas que não pretende pedir a expulsão do motorista da plataforma.
Apesar de João Pedro ter exposto a situação nas redes sociais – pedido para que os usuários não aceitassem uma corrida com o condutor que o atacou –, ele afirmou a reportagem do Estado de Minas que não pretende pedir a expulsão do motorista da plataforma.
Em nota, a Uber diz não tolerar qualquer forma de descriminação nas viagens realizadas por sua plataforma e ainda afirma que "defende o respeito à diversidade e reafirma o seu compromisso de promover o respeito, igualdade e justiça para todas as pessoas que se declaram LGBTQIA".
Nota oficial da Uber sobre o caso
"Levamos esse tipo denúncia muito a sério. Definitivamente esta não é a experiência que a Uber deseja oferecer a seus usuários.
A Uber não tolera qualquer forma de discriminação em viagens realizadas por nossa plataforma. Assim que soubemos do incidente, entramos em contato com o usuário para melhor entender o ocorrido e oferecer apoio.
A Uber defende o respeito à diversidade e reafirma o seu compromisso de promover o respeito, igualdade e justiça para todas as pessoas que se declaram LGBTQIA ."