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Estado de Minas

Projeto de lei quer incluir tipo sanguíneo no capacete de motociclistas

Texto tramita na Câmara Municipal de Belo Horizonte e informa que dado ajudaria ''médicos, paramédicos e enfermeiros'' no socorro de possíveis vítimas de acidentes


postado em 16/05/2018 20:35 / atualizado em 16/05/2018 20:41

De acordo com a Seguradora Líder, que gerencia o seguro DPVAT, as motos estão presentes em 40% das mortes no trânsito brasileiro, apesar de representarem apenas 27% da frota de veículos(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
De acordo com a Seguradora Líder, que gerencia o seguro DPVAT, as motos estão presentes em 40% das mortes no trânsito brasileiro, apesar de representarem apenas 27% da frota de veículos (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
Está em tramitação, na Câmara Municipal de Belo Horizonte, o Projeto de Lei 528/2018, que "dispõe sobre a indicação do grupo sanguíneo e fator Rh no capacete dos motociclistas" da capital. O texto tramita em 1º turno na Casa e recebeu parecer favorável da Comissão de Saúde e Saneamento na tarde de hoje. 

O fator RH e o tipo sanguíneo são informações primordiais em socorros de urgência, principalmente para transfusões sanguíneas. Com isso, há melhores chances de salvamento do cidadão envolvido, além da redução das sequelas.

Em seus artigos, o PL solicita a identifacação dos dados em local visível por parte dos condutores. Em caso de constatação da ausência das informações, o motociclista pode ser notificado e multado pelos órgãos competentes. 

Na capital, mais da metade dos acidentes de trânsito (53%) atendidos pelo Hospital de Pronto-Socorro João XXIII envolve motociclistas. De acordo com a Seguradora Líder, que gerencia o seguro DPVAT, as motos estão presentes em 40% das mortes no trânsito brasileiro, apesar de representarem apenas 27% da frota de veículos.

O texto tem como autor o vereador Carlos Henrique (PMN). Em caso de aprovação, a nova lei entraria em vigor em 120 dias. 

Com informações da Câmara Municipal de Belo Horizonte.

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