Jornal Estado de Minas

Criança é estuprada em piscina de clube em Araxá

A Polícia Militar registrou duas ocorrências de estupro contra uma criança e uma adolescente nesse domingo em cidades do interior de Minas Gerais.

Nas duas ocorrências, os apontados pelas vítimas como autores dos crimes foram reconhecidos e presos.  Contudo, na ocorrência de Mirabela, o homem foi liberado. 

Araxá 

Uma menina, de 10 anos, foi estuprada na tarde desse domingo dentro da piscina de um clube no Bairro Dona Beja, em Araxá. De acordo com a Polícia Militar, o agressor enfiou a mão dentro do biquíni da vítima. 

A criança contou aos pais o ocorrido e testemunhas confirmaram a versão da garota. A Polícia Militar foi ao local e prendeu o agressor.

Na delegacia da Polícia Civil da cidade, o homem foi autuado por estupro de vulnerável e encaminhado ao presídio da cidade. 

Segundo a corporação, famílias que estavam no clube disseram que o homem, conhecido em Araxá por ter uma queimadura no rosto, já estuprou outras crianças na cidade. 

Mirabela 

Será liberada do Hospital São Sebastião em Mirabela nesta tarde, e encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) de Montes Claros, a adolescente de 14 anos que foi estuprada na madrugada do último domingo. 

De acordo com relato da vítima à Polícia Militar, ela estava em uma festa em um bar da cidade e foi arrastada por um homem, de 33 anos, para um local ermo, onde teve as roupas rasgadas e foi estuprada. 

Com sangramento intenso nas partes íntimas, a adolescente foi encaminhada para o Hospital São Sebastião e permanece internada na unidade até esta segunda-feira.
 
O homem apontado como autor do crime foi localizado e preso pela PM, mas negou as denúncias. Contudo, a adolescente o reconheceu e deu detalhes da roupa que ele usava no momento do estupro aos policiais. 

Segundo a PM, o agressor foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil em Montes Claros, onde foi ouvido e liberado. De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, o delegado que conduz a investigação verificou que "não há elementos suficientes que comprovam a autoria do estupro" e, por isto, a prisão em flagrante não foi ratificada. 
 
Durante o inquérito, os exames realizados pela vítima no Instituto Médico Legal (IML) poderão comprovar se o homem foi responsável pelo evento de violência sexual.  
 
*Sob supervisão do editor Benny Cohen

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