Pelo menos é o que afirma o advogado Lincoln da Silva Amaral, que vai recorrer ao Judiciário para garantir que seu cliente, o empresário e estudante de direito Gilmar Nonemacher, de 26 anos, possa utilizar o equipamento, já que depois de barrado por funcionários do condomínio, tem descido e subido 12 andares de escada com o animal.
De acordo com Gilmar, no fim da manhã de terça-feira, ele foi surpreendido pelo ascensorista, que o impediu de usar o elevador de serviço para subir com “Pretinha”, uma cadela de 3 anos, sem raça definida, que pertence a uma amiga e da qual ele está cuidando.
“Fui buscá-la no pet shop e quando voltei não me deixaram subir pelo elevador. Hoje (nesta quarta-feira), da mesma maneira, fui impedido de descer e subir”, afirmou o empresário, que precisa fazer o percurso com a cadela pelo menos três vezes ao dia. O jovem gravou vídeo do momento do impasse.
O advogado Lincoln Amaral disse que até a sexta-feira vai entrar com uma “ação cominatória”. “Num primeiro momento, quero garantir ao meu cliente o direito de usar as áreas e equipamentos comuns do condomínio, e vamos apresentar um pedido de liminar. Depois, vamos ingressar com uma ação criminal, pelo constrangimento ilegal. Um boletim de ocorrência já foi feito com queixa criminal”, detalhou Amaral.
Ainda segundo o advogado, um vereador já fez contato com ele para se inteirar dos fatos e disse que vai convocar uma audiência pública na Câmara Municipal de Belo Horizonte para debater a questão.
O gerente do condomínio, Manoel Freitas negou que tenha havido alguma irregularidade, já que a cadela é de grande porte e contraria o regulamento.
“A dona do animal, quando se mudou, recebeu cópia do regulamento, que permite animais domésticos de pequeno porte, que não venham trazer riscos de ataque ou à saúde dos demais moradores. A síndica tem pelo menos quatro cães, assim como vários outros moradores”, destacou.
De acordo com Manoel, o que foi apurado com seus funcionários, é que o empresário, que mora no 18º andar, tentou ir para o 12º, onde mora a dona da cadela, sem observar o regulamento que determina que o animal tem que ser transportado no colo.
“Ao ser impedido de entrar no elevador, ele destratou os funcionários. Vamos analisar a possibilidade de uma ação contra ele”. O gerente acrescentou que a cadela já teria causado transtornos a moradores e empregados do prédio e que a dona, ao ser advertida, não tomou providências.
“A dona do animal, quando se mudou, recebeu cópia do regulamento, que permite animais domésticos de pequeno porte, que não venham trazer riscos de ataque ou à saúde dos demais moradores. A síndica tem pelo menos quatro cães, assim como vários outros moradores”, destacou.
De acordo com Manoel, o que foi apurado com seus funcionários, é que o empresário, que mora no 18º andar, tentou ir para o 12º, onde mora a dona da cadela, sem observar o regulamento que determina que o animal tem que ser transportado no colo.
“Ao ser impedido de entrar no elevador, ele destratou os funcionários. Vamos analisar a possibilidade de uma ação contra ele”. O gerente acrescentou que a cadela já teria causado transtornos a moradores e empregados do prédio e que a dona, ao ser advertida, não tomou providências.
RB
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