O Secretário de Saúde de Minas Gerais, Sávio Souza Cruz, usou as redes sociais para anunciar uma desaceleração nos registros de novos casos de febre amarela. Balanço divulgado nesta quinta-feira confirmou mais três óbitos. O número chegou a 51. Este é o maior número mortes em decorrência da doença desde 1980 – último dado disponível na série histórica de acompanhamento feito pelo Ministério da Saúde. Em 2000, 40 pessoas perderam a vida vítimas do vírus no país.
De acordo com Sávio Souza Cruz, já se "observa um declínio na entrada de novos casos". Para o secretário, isso sinaliza "que toda essa operação de guerra montada pelo governo de Minas vem tendo efeito”.
Mesmo com a estabilização dos casos novos a situação ainda é preocupante em Minas.
O número de notificações da doença também aumentou. Até esta quinta-feira, foram 777, um aumento de três registros em relação a quarta-feira. Se comparado com o início da semana, a alta foi de 65 registros. Do total, 138 foram confirmados. De acordo com a SES, na maioria dos casos suspeitos os sintomas tiveram início entre os dias 8 e 14 de janeiro.
O número de cidades com notificações de casos suspeitos da doença também subiu. Agora são 61. Vale ressaltar que nesse total estão incluídos dois casos cujo local de infecção ainda é apurado.
RB
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