Pente-fino nas contas das empresas de ônibus da capital mineira.
O resultado da auditoria deve ser conhecido ainda este ano. A abertura da “caixa-preta” das empresas de ônibus é uma demanda antiga e crescente de movimentos sociais, entre eles, o Tarifa Zero. Nos últimos três anos, o aumento do preço das passagens foi questionado pelo Ministério Público na Justiça.
Na reunião, que teve a participação do presidente da BHTrans, Célio Freitas Bouzada, e de representantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH), ficou definido ainda que, a partir do mês que vem, o corredor do Move da Avenida Antônio Carlos será liberado para táxis transportando passageiros, em caráter de teste. Também ficou acertada a renovação de 300 ônibus da frota este ano e outros 500 em 2018. Todo ônibus que for comprado será equipado com ar-condicionado e suspensão a ar. Eles começarão a circular na periferia que, segundo o presidente da BHTrans, Célio Bouzada, é a prioridade.
O aumento da violência dentro dos coletivos motivou a ampliação das ações da Operação Viagem Segura: desde meados do mês passado, a Guarda Municipal viaja em algumas linhas das avenidas Antônio Carlos e Nossa Senhora do Carmo, a partir das 19h, para coibir a ação de bandidos especializados em roubar passageiros, motoristas e cobradores.
Haverá estudos para a criação de mais linhas para atender as vilas e favelas da cidade e intensificação da fiscalização quanto ao cumprimento do quadro de horários, itinerário e limpeza dos coletivos.
RB
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