
Na pauta da reunião, além de orientações sobre o preparo e manuseio dos alimentos, foram dadas dicas de segurança para os comerciantes em relação à atuação em meio ao grande público e até sobre quais materiais devem ser usados como embalagem dos produtos.
De acordo com a gerente de Eventos dos Diários Associados, Vércia Oliveira, em relação à infraestrutura de alimentos, foram realizadas reuniões com três grupos de barraqueiros e carros de lanche, que vão atuar entre o Museu de Arte e a igrejinha da Pampulha. Nesses encontros houve representantes da Vigilância Sanitária Municipal e da área de segurança, como Polícia Militar, Bombeiros, Guarda Municipal e BHTrans.
Por meio de parceria da TV Alterosa e da Prefeitura de Belo Horizonte, os cerca de 100 fornecedores de alimentação rápida que vão atuar no evento não vão pagar pelo uso do espaço. “Neste momento de crise econômica, é uma maneira de beneficiar essas famílias para começarem 2017 com uma renda extra. O treinamento é importante para que eles possam atuar com excelência”, destacou a gerente.
No ano em que o conjunto arquitetônico da Pampulha se tornou Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em julho, o Réveillon da Alterosa vai iluminar a orla da lagoa com o maior espetáculo pirotécnico embarcado em lagoa do país. Serão efeitos especiais inesquecíveis, com muita surpresa e emoção, que vão marcar a virada do ano na capital de todos os mineiros.
Um público em torno de 150 mil pessoas é esperado para a noite de 31 de dezembro na orla da Pampulha. Com duração de aproximadamente 15 minutos, a queima de fogos ocorre em cinco balsas distribuídas pelo espelho d’água, entre a Igreja de São Francisco de Assis e o vertedouro, com mais de 150 efeitos e cores variadas, fazendo no céu um espetáculo de luzes e cores para brindar a chegada de 2017.
