Deve chegar ainda nesta manhã em Guarda-Mor, Região Noroeste de Minas Gerais, uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira, que vai apurar a queda do avião que matou dois executivos do banco Bradesco e dois pilotos na noite de terça-feira.
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Marco Antônio Rossi era cotado para assumir a presidência do Bradesco em 2017Dois executivos do Bradesco e dois pilotos morrem em queda de aviãoCaixa-preta de avião do Bradesco é localizada e levada para análise em BrasíliaIML de BH examina restos mortais de vítimas da queda de avião do BradescoInvestigadores da Aeronáutica recolhem peças de avião que caiu com executivos do BradescoEntre as vítimas estão o vice-presidente do banco, Marco Antônio Rossi, cotado para assumir o comando da instituição financeira a partir de 2017, e o presidente do Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio Conduru de Oliveira.
Militares do Corpo de Bombeiros de Catalão, em Goiás, prestaram os primeiros atendimentos no local do acidente. Segundo o tenente Ricardo Afonso Azevedo do Rosário, foi encontrada a cópia da carteira de identidade da filha de Lúcio Flávio Conduru de Oliveira, mas ela não estava na aeronave.
Após a chegada da perícia da Polícia Civil de Minas, os bombeiros de Goiás deixaram ao local. Uma equipe de militares de Patos de Minas, Alto Paranaíba, se deslocou para Guarda-Mor na manhã desta quarta para registrar o acidente.
O vice-presidente executivo do Bradesco, Marco Rossi, era visto como o sucessor do atual chefe do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, 63 anos, cuja aposentaria compulsória deve ocorrer, no máximo, até agosto de 2016. Para assumir o controle do maior banco privado do país, Rossi tinha que ocupar função na presidência do grupo, o que ocorreu a partir de 2010. Ele deixa mulher e quatro filhos.
Com informações de Rodrigo Melo e Bernardo Bittar
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