A Polícia Civil encaminhou nesta terça-feira para a Justiça o inquérito a respeito da tentativa de homicídio contra o promotor Marcus Vinicius Ribeiro Cunha, de 33 anos.
Valdelei José de Oliveira, apontado como mandante do atentado, e o filho dele, Juliano Aparecido de Oliveira, que confessou ter atirado no promotor, podem ser indiciados por tentativa de homicídio por motivo fútil e sem meio de defesa por parte da vítima. De acordo com a polícia, Juliano responde por porte ilegal de arma com numeração raspada.
A Polícia Civil solicitou ainda ao Poder Judiciário será conversão da prisão temporária de Valdelei de Oliveira para preventiva. O suspeito já foi presidente da Câmara Municipal da cidade. Pai e filho estão presos no presídio de Monte Carmelo.
O promotor Marcus Vinícius foi ouvido na última sexta-feira pelo delegado Wilton José Fernandes. "Foi bastante tranquilo.
A vítima ficou internada no Hospital Santa Clara, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, por quatro dias. As investigações indicam que o crime foi motivado por vingança. Apresentado Cidade Administrativa do governo de Minas, Juliano de Oliveira disse que tentou matar Marcus por ele ter sido um dos responsáveis pela investigação que culminou com a cassação do mandato de seu pai.
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