Conforme o superintendente de Investigação e Polícia Judiciária de Minas Gerais, Jeferson Botelho, a unidade vai acolher apenas os casos ocorridos fora do estádio ou a mais de cinco mil metros de distância do mesmo e que envolvam torcedores dos dois clubes.
De acordo com a Polícia Civil, dez pessoas vão trabalhar especificamente em função do jogo, sendo um delegado, três escrivães e seis investigadores. Conforme o Jornal Estado de Minas informou nesta terça-feira, três mil policiais militares das unidades do Comando de Policiamento Especializado (CPE), Comando de Policiamento da Capital (CPC), da Academia da Polícia Militar e do setor administrativo também vão trabalhar no primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil, marcado para às 22h..