Jornal Estado de Minas

Viaduto que desabou na Pedro I começa a ser demolido nesta segunda; acompanhe

Saiba como está a movimentação de trânsito na manhã desta segunda por causa do fechamento da avenida onde o elevado ruiu. Demolição está autorizada pela Justiça

Luana Melody Brasil - Especial para o EM Guilherme Paranaiba Valquiria Lopes João Henrique do Vale Tiago de Holanda
Veja fotos do trânsito na região e demolição do viaduto

21h55 - Trabalho de demolição do viaduto que desabou na avenida Pedro I é encerrado.
De acordo com a Defesa Civil, a destruição da estrutura foi concluída e nesta terça-feira começa a remoção do entulho. A previsão é de que o trânsito na via seja liberado apenas na quinta-feira.

20h15 –
Faltando uma hora e meia para os trabalhos serem suspensos na Avenida Pedro I, como foi acordado para não incomodar os moradores, operários passam a trabalhar de forma intensa. Agora, três rompedores hidráulicos seguem quebrando a estrutura que está sobre a pista. Uma escavadeira recolhe os entulhos n a avenida. Ao menos, 75% do viaduto já foi demolido. A pista no sentido Centro/Bairro segue cheia de entulho e ferro.

19h44 -
As máquinas seguem trabalhando na Avenida Pedro I.
A previsão é que os trabalhos, nesta segunda-feira, se encerrem as 22h. Grande parte da alça do Viaduto Guerra dos Guararapes que desabou já foi demolida. Ainda é possível ver muitos escombros no local. O concreto que estava na pista exclusiva de ônibus e na pista sentido Centro/Bairro já foi demolido.

18h20 -
As investigações sobre a queda do Viaduto dos Guararapes, que passava sobre a Avenida Pedro I, no Bairro São João Batista, em Venda Nova, continuam. A tragédia deixou dois mortos e outras 23 pessoas feridas. De acordo com a Polícia Civil, o delegado Hugo e Silva, titular da 3ª Delegacia Regional de Venda Nova, já ouviu 20 pessoas. Entre elas, estão vítimas, testemunhas, engenheiros e operários da empresa responsável pela obra. Novos depoimentos serão colhidos nos próximos dias.

17h50 -
O coordenador da Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, acredita que a liberação da Avenida Pedro I não deve acontecer em menos de 48h. Segundo ele, depois da demolição, caminhões vão ter que recolher uma grande quantidade de entulhos. “Além do trabalho de demolir o viaduto e retirar os entulhos, reparos terão que ser feitos no asfalto da avenida Pedro I. Ele foi danificado embaixo do viaduto com a queda e o trabalho das máquinas”, explica.

16h05 - 
A presidente Dilma Rousseff comentou, nesta segunda-feira, o desabamento do viaduto Batalha dos Guararapes, que liga as avenidas Olímpio Mourão Filho à Pedro I, no Bairro São João Batista, Região Norte de Belo Horizonte. Segundo ela, "a prefeitura de Belo Horizonte é responsável pela execução da obra do viaduto e também pela fiscalização da empresa contratada".
A presidente acrescentou: "o governo federal aguarda que a prefeitura nos entregue o laudo pericial sobre as razões da queda do viaduto". O comentário foi feito durante conversa com internautas em uma rede social na manhã de hoje.

- Foto: Tiago de Holanda/EM/D.A.Press

16h -
Operários usam maçarico para romper ferragens ainda não removidas dos escombros do viaduto. Agora, a demolição é feita com três rompedores hidráulicos. Até o início da tarde eram apenas duas máquinas.

15h20 - Uma equipe com cinco auditores fiscais da superintendência regional do trabalho e emprego está reunida com representantes da Cowan no local da queda do viaduto. Segundo a auditora fiscal Solange Duarte, é a primeira visita da superintendência. "Queremos saber as condições de trabalho dos operários no dia do desabamento e desde então estamos requisitando documentos, como a análise do acidente feita pela empresa. Depois faremos nosso relatório, que ainda não tem prazo para ficar pronto", diz. Segundo ela, nenhuma irregularidade foi constatada até agora.

14h50 –
Máquinas retroescavadeiras recolhem as ferragens resultantes da demolição do viaduto. O material está sendo reunido em um ponto da avenida. Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Belo Horizonte, a Cowan, empresa responsável pela obra do elevado, vai recolher a ferragem depois que a demolição encerrar.


13:55 -
Trabalhadores fazem pausas de cinco minutos a cada meia hora e voltam aos trabalhos. Um amontoado de ferro retirado da estrutura do viaduto que desabou começa a se formar na Avenida Pedro I.

- Foto: Paulo Filgueiras/EM DA Press

12:43 -
A empresa que faz a demolição do viaduto é a Solum, contratada pela Cowan – responsável pela construção do elevado. São cerca de 110 funcionários no trabalho que vai ocorrer até 22h de hoje.

- Foto: Valquíria Lopes/EM DA Press12:39 -
Moradoras, vizinhas da obra, exibem termo de compromisso entregue a elas pelo coordenador da Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas.

O documento garante livre acesso às informações do trabalho de demolição e também à área dos trabalhos.

Os moradores vão receber crachás hoje para terem acesso ao local da demolição, em grupos de quatro pessoas.

O documento também garante o monitoramento da Defesa Civil no entorno dos prédios, como medida de segurança.

Uma estação, com aparelho topográfico, monitora o local para constatar se haverá abalos.



- Foto: Valquíria Lopes/EM DA Press

11:30 -
“É uma operação de risco, é uma operação delicada. Por isso a amplitude do isolamento, a necessidade de fiscalização rigorosíssima de segurança de trabalho. Nossos agentes de Defesa Civil estão atentos à questão da segurança de trabalho por parte da empresa, que é responsabilidade dela. Não pode ter acidente de trabalho nesta área. Não queremos de maneira nenhuma, nenhum tipo de desastre secundário. Toda amplitude do perímetro, a presença da PM, Guarda, bombeiros, Cemig, Gasmig e todos órgãos que envolvem segurança é para priorizar este fator”, diz coordenador da Defesa Civil , coronel Alexandre Lucas.

11:21 -
O horário dos trabalhos de demolição na Avenida Pedro I será de 8h às 22h, conforme foi combinado os moradores de prédios vizinhos. Ocorrem paradas de meia em meia hora para monitoramentos topográficos de segurança. O coordenador da Defesa Civil municipal, coronel Alexandre Lucas, reafirma a preocupação com a perícia no trecho. “A prioridade nossa é sempre segurança, em segundo lugar produção da prova e em terceiro, a remoção”, disse.

11:07 -
O coordenador da Defesa Civil municipal, coronel Alexandre Lucas, disse que se tudo correr bem – sem interrupções ou problemas no entorno da área de demolição – o trânsito da Avenida Pedro I será liberado na quarta-feira. A preocupação é que não ocorram abalos no viaduto vizinho ao que desabou e nos imóveis do entorno.

Assista ao trabalho de uma das máquinas na demolição:



- Foto: Paulo Filgueiras/EM DA Press
10:03 -
Em nota, a PBH reafirma que está acompanhando da demolição parcial, por meio da Defesa Civil Municipal e da Sudecap, assim como a perícia da Polícia Civil e representantes da Cowan - empresa responsável pela construção do elevado.

- Foto: Edesio Ferreira/EM DA Press

09:35
- Começa a demolição do Viaduto Batalha dos Guararapes que desabou matando duas pessoas e ferindo 23. Enquanto rompedor hidráulico fura a estrutura, um caminhão pipa controla o nível de poeira na avenida.

09:22 -
Os rompedores hidráulicos que vão fazer a demolição parcial do viaduto estão posicionados e se movimentam no trecho isolado da Avenida Pedro I, mas ainda não foi iniciada a destruição do concreto.

08:40 -
Técnicos fazem uma vistoria no perímetro onde ocorrerá a demolição, antes de iniciar os trabalhos. Ficou constatada a necessidade de aumentar a área de isolamento perto da Lagoa do Nado – para evitar que pedras ou concreto atinjam pedestres – e nas proximidades da Avenida Doutor Álvaro Camargo – para evitar problemas com escorregamento de partes do viaduto.

08:37 -
A área definida pela Polícia Civil como essencial para perícias futuras está tampada com tapumes e fechada com cadeado que somente os peritos terão acesso. Uma estação de monitoramento topográfico mapeia de meia em meia hora a situação do viaduto ao lado do elevado que desabou. Qualquer sinal de deslocamento pode interromper o processo de demolição.

08:34 -
Uma equipe de resgate e salvamento dos bombeiros está no local da demolição, caso haja necessidade de socorro. A intenção da Defesa Civil é manter a segurança no processo, evitando desastres secundários.

- Foto: Paulo Filgueiras/EM DA Press08:31 -
Os trabalhos de demolição vão começar em breve. Operários, técnicos e peritos preparam a área para iniciar a remoção do Viaduto Batalha dos Guararapes. O coordenador municipal da Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, informou que há grande preocupação com a segurança de moradores no entorno. O órgão colocou uma equipe dentro do Residencial Antares, vizinho ao viaduto, para apontar qualquer problema estrutural durante a demolição.

Moradores de dois residenciais ao lado do viaduto entregaram no domingo uma carta ao Ministério Público denunciando o que consideram um descaso da construtora responsável pela obra. O promotor de Justiça Marco Antônio Borges se disse preocupado com a segurança física e patrimonial dos vizinhos e afirmou que até agora não houve nenhum documentado garantindo que não há risco para elas.

- Foto: 08:17 -
De acordo com da Defesa Civil, todo trabalho de demolição vai ser acompanhado por equipes de peritos da Polícia Civil. Entenda como as máquinas vão trabalhar na destruição progressiva do concreto.

- Foto: Paulo Filgueiras/EM DA Press07:59 -
Trânsito se arrasta pela Avenida Vilarinho e a retenção se estende à Rua Padre Pedro Pinto, em Venda Nova.


07:44 -
A demolição do viaduto será parcial, sendo preservada uma área de cerca de 10 metros, que começa no pilar central apontado pela polícia como essencial para perícias futuras que apontarão as causas da queda. Segundo a Defesa Civil municipal, a prioridade é fazer a demolição com segurança, evitar um desastre secundário, garantir integridade de operadores e moradores do entorno.

- Foto: Paulo Filgueiras/EM DA Press

07:33 -
Além da MG-010, o trânsito está parado na Avenida Vilarinho, em Venda Nova. O engarrafamento começa na altura da Estação Candelária do BRT/Move e está quilométrico.

07:27 - Sem solução rápida à vista para liberar a Avenida Pedro I depois da queda de uma alça do Viaduto Batalha dos Guararapes, na Região de Venda Nova, a Prefeitura de Belo Horizonte decidiu decretar feriado municipal na terça-feira, quando Brasil e Alemanha se enfrentam no Mineirão pelas semifinais da Copa do Mundo. É a primeira vez que não haverá expediente na administração municipal em dia de jogo desde o início do Mundial. O objetivo é facilitar a mobilidade urbana na cidade, prejudicada pela interdição da principal ligação entre o estádio e o aeroporto de Confins. Nesta manhã, motoristas já enfrentam dificuldades para transitar na região, já que o tráfego continua desviado por ruas do Bairro São João Batista. (Veja o desvio abaixo)

- Foto: Paulo Filgueiras/EM DA Press

07:22 -
A manhã desta segunda-feira é de trânsito lento nas vias alternativas ao caminho da Avenida Pedro I, interditada por causa da queda de viaduto na última quinta-feira. A demolição da estrutura e retirada dos escombros está programa para começar ainda esta manhã, após determinação judicial. Na MG-010, perto da bifurcação entre Pedro I e Avenida Cristiano Machado, houve muito congestionamento no início da manhã. A lentidão tem mais de um quilômetro.

- Foto: Paulo Filgueiras/EM DA Press


Informações para motoristas:

- Foto: Arte EM.