O movimento nesta sexta-feira começou com a ida de uma comissão do encontro até a sede da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), na parte da manhã. Os líderes dos movimentos sociais protocolaram o resultado do Plebiscito pela Redução da Conta de Luz, realizado em 2013, que recolheu 603 mil assinaturas em favor da redução da tarifa de energia.
Segundo a assessoria do movimento, o pedido é pela redução de 50% do custo do megawatt-hora e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide na tarifa de energia do estado, hoje de 30%, para 14%. O grupo também é contrário ao reajuste de 14,24% para os consumidores residenciais, autorizado pela Aneel no início de abril. O presidente da CEMIG, Djalma Bastos de Morais recebeu os representantes do movimento.
Já na parte da tarde, os participantes do evento se reuniram na Avenida Amazonas, esquina com Rua Rio Grande do Sul. Depois, se deslocaram para a avenida Afonso Pena e interditaram a Praça Sete. O Batalhão de Trânsito da Polícia Militar acompanhou toda a movimentação do grupo, que foi pacífica.
Após o ato na Praça Sete, os manifestantes seguiram de volta para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), onde estão acampados para o encontro, que acontece de 1º a 3 de maio. Na pauta do movimento estão, além do Plebiscito pela Redução da Conta de Luz, o Plebiscito por uma Constituinte do Sistema Político, evento que está programado para acontecer em todo o país em setembro deste ano.
O 5° Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais continua neste sábado com debates mas não há, segundo a assessoria do evento, nova manifestação prevista.
Com informações de Pedro Ferreira.