Foi enterrada com honrarias de heroína, às 16 horas desta sexta-feira, a sargento Fernanda Ferreira Patrocínio de Oliveira, integrante do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros de Belo HorizonteEm uma cerimônia realizada no Cemitério Parque Renascer, na Grande BH, familiares e colegas se despediram da oficial, que teve seu caixão coberto com a bandeira do Brasil e colocado sobre o caminhão American La France, relíquia da corporação.
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Fernanda, que tinha 33 anos e era casada com um soldado do pelotão da Refinaria Gabriel Passos (Regap), foi sepultada com honrarias militares, que incluem salva de 21 tiros e toque de cornetaA morte repentina da sargento, durante o combate a um incêndio na Rua Tomé de Souza, na Savassi, na última quinta-feira, chocou o Corpo de Bombeiros “É um momento de muita comoção e tristezaPelo fato de não ser uma coisa normalHá muito tempo não perdíamos uma colega de trabalho, principalmente em uma situação como essa”, lamentou o Capitão Frederico Pascoal, que acompanhou a cerimônia“O falecimento deixou sentidos não só os familiares e colegas que a acompanhavam no dia a dia no batalhão, mas a corporação como um todo”.
- Foto: Reprodução / Jair Amaral / EM / DA PRESS Família se despede
O pai da bombeiro, o almoxarife Gladiston Vicente da Silva disse que o sonho da filha desde 4 anos era salvar vidasEla estudou enfermagem, trabalhou e hospitais e, por incentivo de um irmão, que é policial militar, ingressou no Corpo de Bombeiros, onde trabalhava há quase cinco anosMuito emocionado, o pai estava usando uma camisa da corporação que recebeu como presente de Fernanda.
A mãe dela, a auxiliar administrativa Maria Alaíde Ferreira da Silva também falou da missão da filhaEla disse que o conforto é saber que a sargento morreu salvando vidas, mas não consegue acreditar ainda no que aconteceuA mãe disse que tinha muito orgulho de Fernanda.
A bombeiro morava com o marido em um sítio em Igarapé e planejava comprar outro terreno em Nova Lima para onde se mudariam com os dois cães, que eram a paixão de Fernanda De acordo com a família, a sargento trabalhou na equipe de segurança do governador Anastasia, mas pediu para voltar ao operacional da corporaçãoEla já havia prestado serviços no 2º Batalhão em Contagem e agora estava no 1º Batalhão em Belo Horizonte
- Foto: Hudson Franco / EM / DA PRESS Fogo
O incêndio aconteceu no apartamento 802 do Condomínio Residencial Solar das Águias, na Rua Tomé de Souza, 1.400O fogo já havia sido debelado quando Fernanda foi encontrada caída, inconsciente, dentro de um dos dois elevadores do prédio, de 11 andaresA sargento estava à frente de uma das guarnições e foi vista entrando no edifício sem equipamentos de segurança.
O major Wallace Tardim, subcomandante do 1º BBM, explicou que em toda ocorrência que envolve adversidade é realizado um estudo detalhado das circunstâncias do episódio por um grupo de pesquisa da corporaçãoNesse caso, um dos pontos de análise será a razão que levou a sargento a pegar o elevador, já que o procedimento comum é o uso das escadas, como admitiu TardimA militar foi localizada por volta das 18hSeus colegas a retiraram imediatamente do local e passaram a fazer manobras para ressuscitá-laCom a chegada de uma ambulância, foram realizadas novas tentativas, com uso de aparelhos, mas Fernanda não reagiu
O pai da bombeiro, o almoxarife Gladiston Vicente da Silva disse que o sonho da filha desde 4 anos era salvar vidasEla estudou enfermagem, trabalhou e hospitais e, por incentivo de um irmão, que é policial militar, ingressou no Corpo de Bombeiros, onde trabalhava há quase cinco anosMuito emocionado, o pai estava usando uma camisa da corporação que recebeu como presente de Fernanda.
A mãe dela, a auxiliar administrativa Maria Alaíde Ferreira da Silva também falou da missão da filhaEla disse que o conforto é saber que a sargento morreu salvando vidas, mas não consegue acreditar ainda no que aconteceuA mãe disse que tinha muito orgulho de Fernanda.
A bombeiro morava com o marido em um sítio em Igarapé e planejava comprar outro terreno em Nova Lima para onde se mudariam com os dois cães, que eram a paixão de Fernanda
O incêndio aconteceu no apartamento 802 do Condomínio Residencial Solar das Águias, na Rua Tomé de Souza, 1.400O fogo já havia sido debelado quando Fernanda foi encontrada caída, inconsciente, dentro de um dos dois elevadores do prédio, de 11 andaresA sargento estava à frente de uma das guarnições e foi vista entrando no edifício sem equipamentos de segurança.
O major Wallace Tardim, subcomandante do 1º BBM, explicou que em toda ocorrência que envolve adversidade é realizado um estudo detalhado das circunstâncias do episódio por um grupo de pesquisa da corporaçãoNesse caso, um dos pontos de análise será a razão que levou a sargento a pegar o elevador, já que o procedimento comum é o uso das escadas, como admitiu TardimA militar foi localizada por volta das 18hSeus colegas a retiraram imediatamente do local e passaram a fazer manobras para ressuscitá-laCom a chegada de uma ambulância, foram realizadas novas tentativas, com uso de aparelhos, mas Fernanda não reagiu