De acordo com o portal comunitário Gazeta News, Cassius - que também tem nacionalidade alemã - partiu do Rio de Janeiro e desembarcou na Flórida, onde apresentou um passaporte alemão (que não necessita de visto para entrar nos EUA) e informou que guiaria as jovens em um passeio pela Disneylândia, na cidade de OrlandoNo entanto, as adolescentes teriam ficado nervosas ao mentir durante a entrevista para entrar nos EUA e admitido que seriam entregues aos pais em outra cidadeAinda segundo o Gazeta News, o mineiro acabou reconhecendo que recebeu US$ 7 mil, além de passagem aérea e hospedagem, para acompanhar as jovensPorém, ele negou conhecer as intenções das famílias pelas quais foi contratado.
Irmão nega
Cassius trabalha na Ramitur Turismo, empresa localizada no Centro de ResplendorA agência é uma das 276 que aparecem credenciadas pela Associação Brasileira de Agências de Viagens de Minas Gerais (ABAV)A reportagem do em.com.br tentou, sem sucesso, entrar em contato com a empresa no fim do diaEm entrevista ao portal Brazilian Voice, Mauro Wander Dietrich, irmão de Cassius e colega na Ramitur, considerou as acusações absurdas"Isso para nós é um total absurdoNão sabíamos que acompanhar pessoas com vistos legais nos Estados Unidos era burlar a lei", disse ao site.
Mauro ainda esclareceu que o advogado Max Whitney, que conversou com a imprensa norte-americana, não representa mais o irmão
Juíza nega fiança
O mineiro participou de uma audiência na última quarta-feira e pediu para responder em liberdade após pagamento de fiançaNo entanto, segundo o jornal El Nuevo Herald, a juíza Andréa Simontin negou o pedido, entendendo que Cassius não possui parentes ou emprego no sul da Flórida.