Em abril de 2011, a universidade foi palco de uma festa não autorizada com centenas de jovens que antes se reuniam na Praça do Papa, na Região Centro-Sul de BHEles invadiram o campus Pampulha num evento irregular em que ocorreram agressões, consumo de drogas e até tiroteioDesde então, a segurança da instituição passou a ter maior controle nas portarias, com acesso limitado depois das 21h a professores, alunos e servidores da UFMG
As festas clandestinas preocupam a direção da universidade, que as considera incompatíveis com o ambiente acadêmico“Será adotado um conjunto de medidas com a finalidade de coibir a ocorrência desses eventos, que colocam em risco não apenas a integridade patrimonial da UFMG, mas criam insegurança em toda a comunidade universitária”, diz a nota assinada por Campolina.
Além da identificação dos participantes, o controle de acesso ao Câmpus Pampulha será aprimoradoPor enquanto, fica valendo a obrigatoriedade de identificação das pessoas que não pertencem à comunidade universitária depois das 21hApenas os 12 mil professores, alunos e servidores cadastrados, que têm crachá de identificação próprio, têm livre acessoA partir de novembro, com a instalação de cancelas automáticas e sensores nos veículos dos usuários, a identificação das pessoas que não fazem parte da comunidade será durante todo o dia.
Tumultos
Na primeira quinzena de 2011 foram registradas cinco ocorrências na universidade, com consumo de crack, agressões físicas e uso de armas de fogoEm 2 de abril daquele ano, um casal homossexual foi vítima de homofobia durante calourada no câmpus