Ele afirma que começou a trazer as madeiras e acabou as deixando no local, mas garante que zela pelo espaço“Não é lixoAs toras estão aí porque até então eu não tinha um lugar para deixá-lasFaço meu trabalho com elasE enquanto elas estão lá eu cuido da praça, capino, tento deixá-la bonita”, afirmaO local foi tomado quase que inteiramentePisani conta que já tem um lugar para possível transferência, porém seria um “serviço caro”, com necessidade de contratar transporte especializado“Já tem um lote na Avenida Petrolina, aqui no Bairro Horto mesmo
Pisani alega que não teve a intenção de ocupar uma área pública indevidamente e que tem planos de colaborar quando houver a retirada completa“Assim que eu tirar as madeiras pretendo continuar limpando e cuidando da praçaQuero fazer alguns bancos e preservar esse espaço.”
De acordo com a assessoria de imprensa da Regional Leste, fiscais da prefeitura foram ao ateliê para verificar se Pisani tem autorização para manter o material no localPorém, ele não foi encontrado para prestar esclarecimentosA visita seria remarcada, mas a assessoria não soube informar se ela já foi feitaCaso seja constatada alguma irregularidade, o artesão pode ser notificadoDe acordo com o Código Municipal de Postura, é proibido deixar objetos particulares que ocupem o espaço em locais públicos.