Segundo a Seds, as prisões são resultado da das ações estabelecidas pela comissão, constituída em junho do ano passado, por representantes da Secretaria, do Exército Brasileiro, das polícias Federal, Civil, Militar e Rodoviária Federal, Ministério Público, Prefeitura de Belo Horizonte e da Secretaria de Estado da FazendaFoi traçado um mapa dos furtos de explosivos no estado e das explosões de terminais eletrônicos dos bancos, dentro e fora de agências bancáriasAo longo de 2012 foram presos 67 suspeitos de participação nos ataques, enquanto em 2011 foram apenas 13 prisões.
Ações coordenadas de dentro dos presídios
Em dezembro, o secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo de Carvalho Ferraz, revelou que as investigações dos serviços de inteligência das polícias identificaram que as explosões de caixas eletrônicos em Minas estavam sendo comandadas de dentro dos presídiosO dinheiro obtido desta maneiras era usado para financiar compra de armas e drogas.
Diante da informação, a Seds criou um núcleo de inteligência e investigação para dar um fim nestas açõesDetalhes ainda não foram divulgados pela SedsÀ época, o secretário também anunciou que pediria apoio do Congresso Nacional para exigir mais participação dos bancos no combate às quadrilhas e para tipificar essa forma de ataque como crime