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Estado de Minas

Acusado de matar empresários em Juatuba sai da cadeia

João Francisco de Castro, conhecido como João do Gelo, é acusado de ter assassinado e queimado duas pessoas, em Juatuba, e vai responder ao processo em liberdade


postado em 30/07/2012 10:54

As vítimas foram encontrados carbonizados dentro de uma Parati da família em Juatuba (foto: Reprodução TV Alterosa)
As vítimas foram encontrados carbonizados dentro de uma Parati da família em Juatuba (foto: Reprodução TV Alterosa)

O empresário João Francisco de Castro, conhecido como João do Gelo, de 43 anos, acusado de latrocínio ganhou na Justiça o direito de responder ao processo em liberdade. Ele confessou ter assassinado e queimado o também empresário José Antônio Eustáquio Alves, de 55 anos, e o filho deste, Felipe Henrique Alves, de 25, para não pagar parte de uma dívida de R$ 75 mil. O crime aconteceu em maio de 2011.

A defesa de João Francisco recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e conseguiu habeas corpus para o réu, que estava preso na Penitenciária Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, na Grande BH. Em 19 de julho, o STJ comunicou ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que expediu alvará de soltura no dia 24. Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), nesse mesmo dia  João Francisco deixou a unidade prosional. O comparsa dele no crime, Fernando Ferreira Viana, também ganhou o benefício da liberdade.

Mortes

Pai e filho desapareceram e foram encontrados carbonizados dentro de uma Parati da família, em Juatuba, na Grande BH. João do Gelo também pretendia matar outro filho de José Antônio, Guilherme Antônio Alves, de 24, que estava preso no porta-malas do mesmo veículo, levou um tiro, conseguiu escapar e pedir socorro.

O acusado confessou que levou o empresário e os dois filhos para Juatuba na Parati das vítimas. José Antônio e Felipe estavam amarrados no banco traseiro e Guilherme preso no porta-malas. Confessou ainda ter atirado nas vítimas e ateado fogo no carro com os corpos dentro. O comparsa Fernando, segundo João do Gelo, também foi para o local do crime dirigindo uma caminhonete para levá-lo de volta a Betim.

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