Os corpos da advogada Rita Inês Ribeiro, de 56 anos, e do corretor de imóveis Fabiano Barros Soares, de 33, foram encontrados em casaA Polícia Civil investiga o duplo homicídio como execuções sumárias por vingança relacionada a venda de imóveisMarido e mulher foram assassinados com tiros na nuca.
No dia seguinte ao crime surgiu um vídeo, onde a advogada relatava que se alguma coisa acontecesse, quatro ou mais pessoas estariam envolvidasO Ministério Público teve acesso a esse relato, onde um capitão e um sargento que atuavam em Ouro Preto são citadosQuatro pessoas foram presas com base nesse DVD.
O inquérito está em curso com a Polícia Civil, porque é um crime comum, não um crime militarOs policiais estão detidos em um quartel da PM na Região Metropolitana de Belo HorizonteSegundo do STJ, a prisão temporária foi decretada porque os suspeitos, dois policiais militares e dois empresários, ocupam posições importantes em Ouro Preto e poderiam atrapalhar as investigações.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou pedido de liminar em habeas corpus para revogação da prisão, o que motivou idêntico pedido no STJO ministro Ari Pargendler indeferiu, seguindo a Súmula 691 do Supremo Tribunal Federal, que impede a impetração de habeas corpus contra liminar negada em documento anterior