Quando a prefeitura constata que o estabelecimento notificado continua distribuindo sacolas proibidas, as embalagens são recolhidas e os comerciantes multadosDepois da notificação, o prazo para o estabelecimento regularizar a situação é de 30 dias, sob pena de pagar entre R$ 1 mil e R$ 2 mil no caso de reincidênciaTambém estão previstas interdição das atividades e cassação do alvará de funcionamento para aqueles que insistirem em desrespeitar a leiAté agora, quatro empresas foram multadas: uma na Região da Pampulha e três na Região Noroeste da cidade.
Fornecedores Desde abril, quando a lei das sacolinhas passou a valer, estima-se que 415 mil embalagens tenham deixado de circular por dia em Belo HorizonteSegundo o superintendente da Associação Mineira de Supermercados (Amis), Adilson Rodrigues, esses estabelecimentos comercializam 3%, conforme padrão ds ABNTEle afirma que as sacolas são compradas de fornecedores confiáveis, mas também admite que a fiscalização não atinge todos os comerciantes.
“Em termos ambientais isso é muito bom, mas nós somos a favor das sacolas retornáveisAs compostáveis deveriam ser usadas só em último caso, se não tiver caixas de papelão nem outro meio de levar as compras para casa