“A criança com até 12 anos, quando vai para a rua, é certo que o problema está em casa”, acrescenta WarlleyNem sempre é o que ocorre com o adolescenteE tirar um ou outro da situação de risco vai depender muito da família e da vontade de cada umEstar na rua não configura crime e um jovem entre 13 e 17 anos precisa mostrar interesse em voltar para casa ou se abrigar temporariamente em um centro de referência especializado em assistência social, onde receberá apoio e orientação.
A primeira tentativa é com a famíliaIdentifica-se o problema e, se for o caso, os pais receberão atenção especialSe não tiverem mesmo condições de arcar com a reinserção do filho, resta o centro de referência“Então, temos uma tarefa a longo prazo, que é de sensibilização e convencimento desses jovens de que podem deixar as ruas”, diz WarlleyEsse trabalho é feito em parceria com o Projeto Miguilim, que concentra os esforços das secretarias e órgãos municipais no sentido de assegurar os direitos de cidadania de crianças e adolescentes.
O jovem pode ficar até três meses, durante o dia, nos centros de referência, voluntariamente
Questionada sobe a situação, a Polícia Militar informou que todos os dias recolhe os menores que atuam nos arredores da Praça ABC, mas argumenta que eles retornam no dia seguinteQuando os jovens cometem algum ato infracional, são apreendidosDe acordo com o comandante do 1º Batalhão, tenente-coronel Márcio Cassavari, uma reunião esta semana com o Ministério Público, Juizado da Infância e Juventude, Conselho Tutelar e comerciantes da região vai buscar soluções para o problema