De acordo com o presidente da Associação Municipal de Estudantes Secundaristas da Grande Belo Horizonte (Ames-BH), Gladson Reis, panfletos serão distribuídos na Praça Sete, para cobrar do governo a volta dos professores às escolas“O governo tem que entrar em acordo rápido para voltar as aulas”, afirma
Em greve desde o dia 8 de junho, os professores pedem o cumprimento da Lei Federal 11.738, que institui o piso salarial profissional nacional (vencimento básico) de R$ 1.597,87, para 24 horas semanais, nível médio de escolaridadeSegundo o Sind-UTE, o piso salarial da categoria em Minas é de R$ 369O governo do estado instituiu em janeiro deste ano o pagamento dos servidores por subsídio (Lei Estadual nº 18.975/2010), feito em parcela única e que incorpora todas as gratificações e vantagens
O governo já começou a contratação dos 3 mil professores temporários, anunciada em 8 de agostoSegundo a Secretaria de Estado de Educação (SEE) 2.502 vagas já foram preenchidasSegundo a secretaria, os professores contratados atenderão especificamente o último ano do Ensino Médio para não prejudicar os resultados dos alunos nos vestibulares e no Nacional do Ensino Médio (Enem)
Decisão na Justiça
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) informou nesta quarta-feira que pretende recorrer de decisão judicial que derrubou mandado de segurança para impedir a contratação de professores substitutos pelo estadoConforme a assessoria de imprensa do sindicato, o mandado de segurança foi encaminhado ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) no dia 9 de agosto, quando a Secretaria de Estado de Educação (SEE) anunciou a abertura de 3 mil vagas nas escolas estaduaisNa terça-feira, a Justiça indeferiu o pedido.