Na manhã desta quinta-feira, o dono da pousada, Luciano Drumont, foi ouvido pela delegada Elenice Cristine FerreiraEle explicou o funcionamento do estabelecimento e esclareceu que dentro de cada quarto existe uma cartilha informando sobre como usar a lareiraSegundo o dono, o documento orienta o cliente a chamar algum funcionário em caso de dúvidasO proprietário também afirmou que a pousada possui um serviço especializado para vistoria das lareiras.
Depois do depoimento de Luciano, a delegada afirmou que trabalha com as hipóteses de homicídio culposo ou acidenteNo caso do homicídio, o dono da pousada seria acusado das mortes por negligência, porém isentado da intenção do crimeA delegada ainda aguarda exames para concluir o inquéritoEla espera o laudo de engenharia (sobre a lareira do quarto), a necropsia, e o exame toxicológico dos corpos (que verifica presença de álcool e drogas no sangue).
Na sexta-feira, Elenice Cristine deve ouvir uma camareira e o gerente do estabelecimento que abriu a porta do quarto de Alessandra e Gustavo quando a Polícia Militar chegou ao local.