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Estado de Minas Arte final

AMP e Sinapro-MG apoiam pesquisa sobre comunicadores


11/04/2021 04:00

Compreender a situação de trabalho dos comunicadores brasileiros após um ano de enfrentamento da Covid-19 no país é o objetivo dos pesquisadores do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). O estudo, que tem apoio da Associação Mineira de Propaganda (AMP) e do Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG), ocorre exatamente um ano após a realização de investigação inicial que diagnosticou o momento vivido pelos comunicadores ainda no começo da pandemia. O relatório dessa pesquisa, feita no primeiro semestre de 2020, foi transformado em e-book para consultas. 
 
"Queremos verificar neste momento, passado um ano em que o Brasil sofre com o agravamento cada vez maior da Covid-19, como está a situação de trabalho dos comunicadores, que, muitas vezes, a exemplo dos jornalistas, ocupam o pelotão de frente do combate à doença ao assumir o árduo papel de informar corretamente a sociedade sobre os riscos e tentar dissimular, infelizmente, as fake news e o negacionismo que ainda perduram nessa terrível fase da doença", afirma a professora Roseli Figaro, coordenadora do CPCT.

PESQUISA O formulário da pesquisa Como trabalham os comunicadores no contexto de um ano da pandemia da Covid-19? estará disponível para preenchimento até 30 de abril no site do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (www.eca.usp.br/comunicacaoetrabalho) e de outras entidades parceiras, como o Sinapro-MG. Os respondentes poderão participar anonimamente, de modo a ter seu sigilo preservado. 

COVID-19 EM 2020 O estudo inicial do CPCT sobre o tema foi promovido no começo do distanciamento social e reuniu 557 participantes de todo o país e do exterior. O relatório final evidenciou o aumento da jornada e do volume de trabalho, que tornou bem mais estressante a rotina dos comunicadores, que tiveram de conciliar a profissão com os cuidados da casa e dos filhos. 

SOBRECARGA Na ocasião, 70% dos profissionais reclamaram que o ritmo de trabalho estava bem mais intenso tanto para quem atuava na modalidade home office quanto para quem se mantinha em atividade presencial. Além disso, a pesquisa também destacou que as rotinas de produção sofreram muito com o distanciamento social, já que o contato com as fontes de informação, empresas e clientes ficou limitado, o que exigiu mais atenção e rigor na organização do trabalho. Mais informações sobre a pesquisa atual pelo e-mail comunicacaoetrabalho@gmail.com.


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