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Estado de Minas Muito algodão

Conexão México

Se não dá para viajar, embarque nesta coleção de verão da marca de resortwear Nammos, que faz um passeio pela cultura mexicana mostrando muitas cores, estampas e enfeites


27/09/2020 04:00

(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)

 

 

A inspiração vem sempre de um destino turístico paradisíaco. Na mais recente coleção da mineira Nammos, o lugar escolhido é o México. “O país tem cores e flores, tem alegria”, justifica a diretora criativa Amanda Miranda, convencida de que elementos característicos ligados à cultura mexicana podem ser um antídoto para os dias tristes vividos na pandemia. É neste clima festivo que a marca comemora seu crescimento – neste período de isolamento social, conseguiu alcançar mais mulheres através de e-commerce próprio e de lojas parceiras.

 

(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
 

 

O México está bem representado por tons vibrantes de vermelho, amarelo, azul e verde. As estampas coloridas e exuberantes também nos ajudam a dar um passeio pelo país, ao Norte. Algumas seguem um estilo mais tropical, com folhagens, flores e animais, enquanto outras têm uma pegada mais gráfica. Soma-se a isso o trabalho manual, que é característico da marca. As peças ganham enfeites como franjas, espelhos, conchas e rendas. Fora os bordados, que nesta coleção aparecem em forma de flores e grafismos étnicos. Nada é para passar despercebido.

 

(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
 

 

Amanda pensa sempre em roupas que chamem a atenção e façam diferença no armário. Quando a proposta é mais básica, demora para vender. “Quem veste Nammos é mulher que quer se destacar no ambiente em que está. Mulher muito discreta não compra”, observa.

 

(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
 

 

Há saias e batas na coleção, mas são os vestidos que se multiplicam em várias modelagens. Alguns são fluidos, outros mais estruturados. Nas peças, encontramos babados, mangas bufantes, barras assimétricas. “Não temos nada justinho, as peças são sempre mais soltas. Mesmo a saia marcada na cintura é mais rodada embaixo. Assim, consigo atender todo tipo de cliente”, pontua Amanda. Algodão e linho são os tecidos mais usados.

 

O que tem de mais básico, por assim dizer, são os tops, desenhados para combinar com as saias coloridas. Os dois modelos são lisos e em cores neutras, mas com modelagens que se destacam. A cliente pode escolher entre um ombro só ou de alças com amarração, que pode ser posicionada de formas dife- rentes. Para complementar, bolsas e chapéus de palha.

 

(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
 

 

As peças não ficam restritas ao mar ou à piscina. Segundo a diretora criativa, a própria definição de resortwear já engloba sol e asfalto. “São roupas para usar em momentos especiais. Pode ser numa viagem para a praia, mas também um aniversário, casamento ou outro tipo de festa.”

 

Antes de abrir a Nammos, Amanda era dona de uma loja multimarcas no Bairro de Lourdes. Na tentativa de oferecer opções para um armário feminino completo, ela sempre tinha dificuldade de encontrar peças diferentes para o momento resort. “Depois de dois anos de pesquisa, fazendo várias viagens, resolvi testar e a primeira coleção foi um sucesso. Saber o que o público final queria e o que um lojista gostaria de comprar me ajudou bastante.

 

(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
 

 

ALCANCE A marca se lançou no salão de negócios do Minas Trend e já neste primeiro contato com lojistas conseguiu alcançar multimarcas em todo o Brasil. Quatro anos se passaram e Amanda cada vez mais tem certeza de que apostou no caminho certo. “Apesar de ser um momento delicado, a empresa cresceu bastante na pandemia, acho que justamente porque vendemos um produto muito diferente. É algo que nos deixa muito admirados e felizes”, comenta. Hoje está em praticamente todos os estados e em outros países, como Estados Unidos, Costa Rica e Nova Zelândia.

 

(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
(foto: Álvaro Fráguas/Divulgação)
 

 

As vendas triplicaram desde o início da quarentena. Ativo há três anos, o e-commerce teve um boom e registrou aumento de 150%.“Vendemos muito para o verão europeu e não sabíamos o que ia acontecer. Mas o nosso público continuou consumindo e, como estava em casa, o e-commerce era a única opção.” Até mesmo no atacado os números surpreenderam: neste período, chegaram 32 novos clientes. Diante do saldo positivo, a marca teve que aumentar a equipe.

 

O próximo passo é assumir parte da produção das roupas (o maquinário já está comprado). Com a pandemia, Amanda percebeu que não pode depender totalmente do trabalho terceirizado. 


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