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Estado de Minas

anna aos Domingos


postado em 06/01/2019 05:06

Soraia, Josefina Veloso, Maria Luisa Levindo Coelho e Lilian Vidigal(foto: Marcos Vieira/em/d. a press)
Soraia, Josefina Veloso, Maria Luisa Levindo Coelho e Lilian Vidigal (foto: Marcos Vieira/em/d. a press)

 

 

HINO PERDEU
o rumo

Mania de inventar acaba dando com os burros n’água. Pelo menos foi isso que aconteceu na solenidade de posse do governador Zema na Assembleia. O cerimonial ia seguindo dentro dos conformes quando convocaram uma cantora – Morena Mary? - para apresentar o Hino Nacional.
A mudança da partitura tradicional foi um desastre e a gesticulação da artista outro. Alguém, que tivesse bastante poder, deveria baixar um decreto, portaria, lei ou qualquer coisa que proibisse, em todo o território nacional,
a execução do hino com modificação de letra ou música. Firulas interpretativas quebram o significado patriótico da sua apresentação.

***

Novo governo, nova moda. O poliglota ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo,
que fez um discurso bem informal, falando várias línguas, inclusive grego, citando cantores populares e novela da TV Tupi ( O direito de nascer), desfilou toda sua árvore genealógica presente à cerimônia de posse . Da mulher aos sogros e avós, passando até pelo padastro.

***

Alguém sabe o significado daquela pulseira hospitalar azul que o presidente Bolsonaro usava durante
a cerimônia no
Congresso Nacional?

UMA PERDA
sentida

Os feriados do fim do ano levaram com ele a figura querida de Maria Luiza (Pinta) Levindo Coelho, representante de família das mais tradicionais da sociedade mineira.

LIBERDADE
canteiros ousados

Mais limpa e aberta, a Praça
da Liberdade restaurada
está conquistando o belo horizontino não apenas à noite com os enfeites natalinos, mas também na nova composição dos canteiros de flores. Embora ainda recém-plantadas, mostram que os paisagistas que trataram o assunto são ousados. Além de uma textura mais variadas espécies em um só canteiro, misturaram planta de várzea e de mata tropical (os copos de leite e strelitzia, por exemplo, são ‘vizinhas’) na ala esquerda da praça. Vamos ver no que vai dar, quando a floração plena chegar.

CASTANHAS
ouro marrom

O sumiço das castanhas portuguesas no último Natal, tornou-se notório e maior do que ano passado, quando os incêndios na península ibérica destruíram os castanhais. O fato é que as árvores demoram a se recuperar, os estoques caíram e os preços voaram. Nos melhores supermercados da cidade, virou ouro, vendida a quase R$ 70 o quilo. Com o peso que cada unidade têm e as que chegam murchas ou ocas, na prática esse preço dobra. O consolo é que, agora, caíram para R$ 40.

 

 

ALIANÇAS
ouro champanhe

No sobe-e-desce dos modismos, os apaixonados da hora estão preferindo alianças de espessura média (nem os patacões dos anos 80 e 90, nem as fininhas dos anos 70) e confeccionadas em ouro champanhe. Isso mesmo. É a nova tonalidade da moda – depois da queda do ouro vermelho, do ouro abronzeado e do ouro barroco.
Todos os casais de noivos estão correndo atrás da novidade, mas, parece, a H.Stern é ainda única
marca que domina a técnica para conseguir o
tom certo. Só faltam as borbulhas.

E-COMMERCE
caixas quebradas

O crescimento do e-commerce com produtos natalinos cresceu exponencialmente neste 2018. Tanto no Brasil, quanto no exterior o segmento teve o movimento multiplicado várias vezes – caso da França. Mas nem tudo são flores. O nó da questão fica na distribuição, com os entregadores descuidados rimando com objetos quebrados. O índice de queixas relativas a produtos danificados pelo manuseio destemperado, caixas abertas ou entrega em endereço errado ultrapassou os 35%. Imagine quando forem entregues por drones – como querem os mais avançados.

PÃES & QUEIJOS
massa com assinatura

O surgimento das padarias-gourmet na cidade, é algo (relativamente) novo e delicioso. Obviamente, a maioria faz o pão especial com fermentação nova e industrial. Mas, algumas, já usam a fermento natural e caseiro ( levain), difícil de se conseguir e ser conservada como a ‘grife’ da padaria. Na Europa, há padarias cuja masamadre tem mais de 100 anos de conservação. Assim como os queijos, cuja ‘gota’ as famílias mantêm ‘vivas’ por séculos, elas dão caráter ao produto. A diferença com a fermentação química industrial é brutal. Sem contar o trigo, sempre integral.Valem o

PODER
rota invertida

Na onda da emigração dos poderosos, a rota de saída do país começa a se inverter. Explicando: até aqui, os endinheirados, receosos diante das incertezas de um governo petista e consequente tragédia econômica, procuravam o eixo Miami/Lisboa para se garantir. Com o expurgo dos estrelas-vermelhas pelo voto popular, seus adeptos (mais endinheirados, claro) começam a seguir para o Sul, mais exatamente Montevidéu. Além da pluralidade uruguaia, tem lá também um líder populista santificado pelas esquerdas, o Mujica. 

 

CARTÕES
uso contido

O uso do chamado dinheiro de plástico, isto é, os cartões de credito e débito, não é tão amplo quanto se imaginava.
É o que dizem as pesquisas realizadas em países desenvolvidos, principalmente da Europa,onde constatou-se que a utilização de dinheiro vivo nas operações cotidianas atingem 70% (Espanha) chega a 80% (Alemanha) e varia entre 60% e 70% nos demais. O motivo é simples: acham que levando o dinheiro contado, gastam menos pois não cedem aos impulsos de compras. No Brasil, o problema é outro: a péssima qualidade dos cartões está criando problemas de conexão no momento de pagar – com os constrangimentos esperados que essa trava pode causar aos seus portadores.

SIMPLICIDADE
sem demagogia

Algumas atitudes do presidente Bolsonaro relativas à sua posse acabaram por mostrar muito mais sua proximidade  com a simplicidade da população brasileira do que aqueles que se arvoram defensores dos pobres do país. Uma delas foi sua fidelidade até mesmo na hora do fazer o terno de posse, confeccionado por seu alfaiate de Duque de Caxias, periferia do Rio. Mesmo a primeira-dama manteve-se fiel à sua costureira de sempre. E coube à bonita Michelle a surpresa maior: sua origem extremamente simples (em Ceilandia, periferia de Brasília, onde seus pais residem até hoje), jamais foi alardeada. Com tais ingredientes, os petistas teriam feito uma festa panfletária.

 

EFÊMERO
lixo fashion

Uma das modelos mais prestigiadas do mundo quando ainda se dedicava ao oficio, a bela Fernanda Tavares resumiu, numa entrevista na TV, a realidade do mundo fashion atual. Segundo ela, hoje em dia as modelos não são contratadas por seu talento ou afinidade com o estilo das marcas, mas sim pela quantidade de seguidores que têm nas redes sociais. Pura verdade. E não só modelos: o marketing, o tipo de roupa (daí tanto ‘lixo’ nas araras das grifes), os planos de mídia e por aí afora. Como já disse um estilista experiente, cansado com tudo isso, é a “feroz ditadura do efêmero’.


NATALINAS
poder das saias

Os resultados das vendas natalinas aumentaram 5,5% em 2018 e, mais uma vez, apontaram o setor de moda como o campeão da preferência dos consumidores – responsáveis por 55% das vendas. Os acessórios, como calçados, conquistaram o segundo lugar (32%) e o de cosméticos a terceira posição (31%). Curiosamente é algo que acontece também nas pesquisas das vendas on-line, onde esses setores seguem (quase) o mesmo ranking, mas (ainda) significam 14% das vendas em relação ao comércio físico.


NA MODA
virada quente

O rebuliço de fim de ano acabou por camuflar notícias importantes do circuito fashion internacional, uma delas a saída do estilista Raf Simons da Calvin Klein. Dizem que,     agora, a CK está tentando resgatar o mineiro Francisco Costa para reconduzi-lo ao seu antigo lugar na marca.Também na virada do ano confirmou-se a venda da Versace para o grupo Michael Kors, dos EUA. Já se sabia do assunto, mas agora foi oficializado – por quase R$ 9 bilhões. Os americanos até mudaram o nome da sua empresa, colocando a palavra ‘Capri’ no assunto – para criar o link com sua nova grife.


POR AÍ...

A chuva acabou dando uma trégua na noite do réveillon na região da capital – e as festas ao ar livre bombaram. Uma delas foi a do estilista Victor Dzenk, em sua VD House, na orla de Lagoa Santa, com direitos a fogos & champanhe.
.
A indústria da festa inventou mais uma data para ganhar dinheiro, o ‘mêsversário’ – obviamente comemorações mensais de alguma coisa. Desde poucas semanas de bebês até ‘mêsversário’ de namoro bobo. O importante é gastar com bolo, doce, enfeites e lembrancinhas. E pensar a igreja moderna acabou com a missa de um mês de luto nas famílias – e perde um bom dinheiro.

A sempre animada Tatiana Gontijo retorna este mês, preparando o anúncio oficial de sua associação com agencia paulista de eventos premium. São festas tipo casamento, 15 anos, tours vips e por aí. Vai atuar no eixo BH e Sampa. Aliás, dizem que seu evento no Baretto
(do Fasano) foi tudo de bom.

O ‘efeito Arezzo’ parece ter se espalhado por muitas marcas de calçados país afora. Nas vésperas do Natal, um rápido vaivém pelas vitrines da cidade indicava, claramente, que a diversificação de modelos e coleções aprimoradas propostos pela Arezzo estão ‘inspirando’ outras marcas.

Na onda dos livros de autoajuda, a Editora Vozes lançou uma coleção chamada Praticando o bem-estar, com exercícios interativos estimulando mil tipos de superações.
Vai desde exercício para viver livre e deixar de se culpar até como conviver com a ansiedade, desapegar-se ou até ter maior autoestima. São 30 subtítulos nesse gênero.



 

 

 

 


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