Publicidade

Estado de Minas MINAS+VIVA

Juventude preparada


postado em 20/08/2012 18:18 / atualizado em 20/08/2012 19:21

No Oi Kabum, alunos aprendem a linguagem de vídeo, fotografia, design e computação gráfica(foto: TANDE CAMPOS/ DIVULGACAO )
No Oi Kabum, alunos aprendem a linguagem de vídeo, fotografia, design e computação gráfica (foto: TANDE CAMPOS/ DIVULGACAO )
O Plug Minas é outro case de sucesso. O programa oferece formação diferenciada a jovens de 14 a 24 anos. Segundo a gerente-executiva do projeto, Adriana Barbosa, a proposta baseou-se na necessidade de discutir os conceitos e inquietações da juventude a partir de sua relação com a cultura digital. "A Secretaria de Cultura entendeu que o fazer artístico poderia ser um indicador importante de desenvolvimento e qualidade de vida", explica Adriana.

Como o jovem de hoje tem uma relação muito estreita com a cultura digital, ela foi utilizada como meio para produzir resultados nas áreas da educação, do trabalho, da participação social e da arte. Implantado no Bairro Horto, Região Leste de BH, nas dependências da extinta Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem), o Plug Minas é composto por vários núcleos. O primeiro deles, o programa Valores de Minas, trabalha a formação artística de cerca de 600 jovens que aprendem técnicas de circo, teatro, dança, música e artes visuais.

O segundo núcleo, o Oi Kabum, é uma escola de arte e tecnologia que promove a formação de jovens em linguagens de vídeo, fotografia, design gráfico, web design e computação gráfica. Outro núcleo que compõe o Plug Minas é a Escola Técnica de Empreendedorismo Juvenil, que forma 210 alunos por ano e une a formação convencional e a empreendedora.

O quarto núcleo, o de Práticas Didáticas Inovadoras, utiliza as tecnologias digitais para a formação de profissionais especializados no desenvolvimento de jogos digitais bidimensionais, combinando trabalho e diversão. O Plug Minas conta também com o espaço Caminhos do Futuro, que funciona como uma galeria na qual são expostos os trabalhos feitos por jovens de todos os núcleos, além de ter programas próprios, como o Laboratório de Culturas do Mundo, que, em plataformas digitais e aulas presenciais, oferece cursos de língua estrangeira a 240 jovens.


Publicidade