Belo Horizonte recebe pelo segundo ano seguido Festival de Inverno da UFMG

A intenção dos organizadores é fazer com que a população seja surpreendida com os eventos, espalhados por várias regiões da capital

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postado em 29/06/2015 09:48 / atualizado em 01/07/2015 09:49

Gustavo Perucci , Benny Cohen /

Em seu segundo ano seguido na capital, o 47º Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), um dos maiores e mais tradicionais do país, promete ocupar a cidade. E a arte dá o tom para as várias oficinas, aulas abertas, fóruns e apresentações que, entre os dias 17 e 25 de julho, farão Belo Horizonte respirar cultura. Com o tema “Apropriação e transformação dos espaços da cidade e da universidade”, o festival deste ano busca retomar e discutir a relação entre câmpus e espaço urbano, “além de transformar os espaços e se apropriar desses espaços. Não é espaço físico em si, não é só pegar uma praça e apresentar uma peça. É a transformação dos espaços simbólicos. Do lugar que as pessoas ocupam na cidade, que a arte ocupa nas pessoas, que a universidade ocupa na cidade, que as pessoas ocupam na universidade”, explica o professor Ernani Maletta, pesquisador da UFMG e coordenador-geral do festival.


“O que me moveu neste ano foi realizar o festival num lugar onde ele não precisasse ser procurado. A pessoa deve ver o festival, ser surpreendida por ele. O festival tem que se mostrar”, acrescenta o professor que, após três anos afastado da organização para realizar um projeto na Europa, volta como coordenador. “Nasci junto com o festival. Participei como aluno, como professor e na organização.”

 

 

Rodrigo Clemente/EM/DA Press
 

A primeira edição do Festival de Inverno da UFMG foi em 1967, em Ouro Preto, onde permaneceu por mais de 10 anos. Diamantina é a outra cidade com mais festivais abrigados, além de São João del-Rei, Tiradentes, Poços de Caldas, Cataguases e Belo Horizonte. “O festival da UFMG nasceu por necessidade de manifestação artística, política e intelectual de um grupo efervescente de artistas da universidade, que não tinha como guardar dentro do câmpus sua produção cultural. Era um momento complexo, de ditadura. Minas Gerais é um grande celeiro de artistas, uma grande fonte de produção cultural. E isso se refletiu naquele momento”, explica Maletta.

POPULAÇÃO
Para Ernani Maletta, o Festival de Inverno da UFMG tem que voltar a quebrar as barreiras entre cidade e universidade, realizando uma ponte que existe mas não é tão clara para a população. “Queria fortalecer essa ponte. Ocupar BH inteira. Espalhar o festival pelas periferias e que durasse o mês inteiro, com tendas e palcos enormes, ocupando ruas e praças. Transformar BH num grande palco cultural”, diz.

A também coordenadora do festival e professora da Escola de Belas Artes, Mônica Ribeiro, reforça o perfil buscado este ano, e destaca o projeto das aulas abertas. “São aulas que serão realizadas nas ruas e praças, abertas aos transeuntes. Vamos ter inscrições prévias, mas, antes da realização, vamos anunciar a aula para quem passa. Qualquer pessoa pode fazer a aula. O objetivo é reiterar que o câmpus faz parte da cidade e vice-versa.” As atividades serão realizadas em diversos locais da cidade, como teatros, espaços culturais, praças e outros locais públicos, bem como nos espaços da UFMG, na Pampulha, câmpus saúde, Centro Cultural, Conservatório e Espaço do Conhecimento. 

 

Veja lugares legais pra se visitar na capital mineira durante o festival!

 

 

 

PROGRAMAÇÃO


OFICINAS

CORTEJO CÊNICO


A proposta da oficina é preparar o espetáculo de abertura do 47º Festival de Inverno
da UFMG, a partir da junção das criações dos núcleos de teatro, dança, música,
palhaçaria e de figurinos e adereços.

Professor
Antônio Hildebrando (UFMG) – Dramaturgo, diretor e professor de teatro da
Graduação em Teatro e da Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG. Desenvolve, entre
outras atividades, pesquisas relativas à dramaturgia e à encenação de espetáculos com
grande número de participantes e que já resultaram nos espetáculos “O Guesa
Errante”, “A Viagem de Thespis” e “Pessoa(s): Rapsódia Cênica”, nos quais assinou a
dramaturgia e a direção, e “Estrela: escombros da Babilônia”, em parceria com o
núcleo de Teatro do Espaço Comum Luiz Estrela, no qual foi responsável pela
supervisão de dramaturgia e pela direção. No momento desenvolve a dramaturgia e a
direção geral do espetáculo “A Contribuição Milionária de Todos os Erros”.
Público-alvo: artistas e estudantes de arte em geral (teatro, dança, circo, música, artes
visuais, performance)

Vagas: 80

Carga horária: 34 horas

Período: 13 a 18 de julho

Horário: 10h às 12h30 e 14h às 17h (segunda a sexta-feira) e 14h às 20h (sábado)

Material do aluno: roupas adequadas para exercícios cênicos e de artes visuais; calça
e/ou saia, calçado, camisa e/ou vestido, chapéu e/ou boné e adereços, como óculos ou
cordões que possam ser customizados e mesmo “estragados”.

Classificação etária: a partir de 18 anos


CANTANDO E REINANDO COM AS TRADIÇÕES DOS ARTUROS

A atividade busca valorizar a diversidade cultural brasileira e incentivar a continuidade
das manifestações já existentes, a partir das necessidades expressas pelos
participantes. É no sentido de valorizar o conhecimento e as tradições culturais, no que
se refere ao patrimônio cultural, que os “Arturos” pretendem contribuir para a
preservação deste importante patrimônio cultural mineiro, propondo uma oficina de
ritmos, de cantos e de danças preservados pela comunidade quilombola dos “Arturos”.

Professor
Jorge Antônio dos Santos (Contagem/MG) – Reconhecido como Mestre de culturas
populares pelo Ministério da Cultura, através da aprovação no edital de prêmio para
mestres e mestras de cultura popular – edição 100 anos de Mazzarope (2012), Jorge já
ministrou oficinas em diversos eventos culturais, como “Artes e ofícios de saberes
tradicionais” (UnB/Brasília), “ECUM” – encontro mundial de artes cênicas (São Paulo),
“Seminário Internacional Brasil-África” (PUCMG) e “Seminário Nacional da ACBANTU”
(Salvador/BA), além de oficinas para construção de tambores para congados em
diversos municípios mineiros.

Instrutor: Thiago Antônio Silva dos Santos (BH)


Público-alvo: alunos e professores da UFMG, artistas, produtores culturais e demais
interessados no tema.

Vagas: 30

Carga horária: 15 horas


Período: 20 a 24 de julho

Horário: 9h às 12h

Material do aluno: caixa de congado ou folia (desejável)

Classificação etária: a partir de 9 anos


CARTOGRAFIAS DE PERCURSOS NARRATIVOS NA CRIAÇÃO CENOGRÁFICA


Partindo de uma idéia sugerida pela cenógrafa inglesa Pamela Howard, no livro What's
Scenography?, a oficina propõe a construção de cartografias, utilizando quaisquer
suportes, para situar, no tempo e espaço, algumas experiências que os participantes
considerem mais significativas ao longo de seu percurso de vida, desde o nascimento
até os dias atuais. Em sequência, os oficineiros serão convidados ao exercício de
proposição de uma cenografia para essa cartografia, no espaço multidimensional.

Professor
José Sávio Oliveira de Araújo (UFRN) – Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação
pela UFRN, com Pós-Doutorado na University of British Columbia –Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, em que atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN e o
Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC). Coordena,
também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas - PPGArC. Entre seus
trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico do
Grupo Clowns de Shakespeare, de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo "A Megera
DoNada", a Direção cênica de "Naia Catarineta", espetáculo de abertura da SBPC, na
UFRN, em 2010, e a Iluminação cênica dos espetáculos "Fragmento da Hora Absurda"
(2007) e "Santa Cruz do Não Sei" (2012). Seu trabalho mais recente foi a Direção
Cênica e Cenografia da Ópera "Bastien & Bastienne", de Mozart, que estreou em maio
de 2015, na UFRN.

Público-alvo: interessados no tema

Vagas: 20
Carga horária: 15 horas

Período: 20 a 24 de julho

Horário: 9h às 12h

Material do aluno: roupas leves, confortáveis e que permitam movimentação;
caderno de notas, lápis, caneta e borracha.

Classificação etária: a partir de 16 anos


CRIAÇÃO LITERÁRIA: CONTOS DE FUTEBOL

A atividade pretende proporcionar aos participantes, por meio de exercícios de leitura
e escrita, a criação de pequenos textos literários. Ao longo da oficina, serão realizadas
leituras e análises de trechos de vídeo, fotografias e textos de autores como Nelson
Rodrigues, Carlos Drummond de Andrade, Edilberto Coutinho, Sérgio Sant’Anna, Luiz
Vilela, Aldyr Schlee e Luiz Ruffato, além da audição de músicas e de hinos de futebol,
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focando na incorporação dos elementos advindos dessas leituras ao processo criativo.
A intenção é efetuar uma breve historiografia do contato entre a Literatura e o Futebol
através de alguns dos principais pensadores dessa relação, como Pier Paolo Pasolini,
Milton Pedrosa, José Miguel Wisnik e Décio de Almeida Prado.

Professor
Gustavo Cerqueira Guimarães (BH) – Professor, pesquisador e poeta. Possui
Doutorado e Mestrado em Estudos Literários pela UFMG. Graduado em Letras (2012) e
Psicologia Clínica (1999) pela PUC/MG. É membro-pesquisador do Fulia (Núcleo de
Estudos sobre Futebol, Linguagem e Artes) da Faculdade de Letras da UFMG, faculdade
em que também desenvolveu a pesquisa de Pós-Doutorado intitulada
“A tabelinha entre o Futebol e outras práticas poéticas no Brasil” (2014). Atualmente é
pesquisador do Programa Nacional de Pós-Doutorado (Pnpd/Capes) junto a
Fale/UFMG, onde atua em atividades de ensino, pesquisa e extensão. É autor dos
livros de poesia Língua (2004) e Guerra (no prelo). Também administra o site
www.gustavocerqueiraguimaraes.com.

Público-alvo: interessados na relação entre escrita literária e futebol

Vagas: 15

Carga horária: 16 horas

Período: 21 a 24 de julho

Horário: 14h às 18h

Material do aluno (opcional): uma fotografia de infância que retrate algum elemento
do futebol. Algum texto literário sobre futebol (conto, crônica, romance, teatro,
poema, canção).

Classificação etária: a partir de 18 anos


DANÇA CONTEMPORÂNEA E POSSIBILIDADES NO ESPAÇO


A intenção da oficina é estabelecer um diálogo entre a dança contemporânea e os
possíveis espaços para sua manifestação. Serão realizadas práticas corporais que
possibilitem o entendimento de espaço, assim como sua relação com o movimento.

Professora
Ester França Monteiro de Barros (BH) – Bailarina, fundadora do Movasse – Coletivo de
Criação em Dança – e aluna do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFMG. Foi
bailarina intérprete criadora do Grupo de Dança 1º Ato, por 8 anos, e atualmente
coordena o Projeto Dança Jovem junto com Fábio Dornas. Atua diretamente em
trabalho de criação colaborativa e em improvisação.

Público-alvo: interessados em corpo, seja na dança, teatro ou performance, com
experiência prévia.

Seleção: apresentar currículo resumido e carta de intenções.

Vagas: 15

Carga horária: 15 horas

Período: 21 a 24 de julho

Horário: 14h às 17h45

Material do aluno: caderno e lápis para anotações pessoais e roupa confortável, que
permita movimentação.

Classificação etária: a partir de 15 anos



DANÇA: CORPO E CONSCIÊNCIA PARA A MAIOR IDADE

Movida pela intenção de aproximar o praticante das potencialidades de seu corpo,
esta oficina buscará uma maior harmonização pessoal a partir de práticas de
sensibilização e de consciência corporal. Os oficineiros experienciarão jogos corporais
em grupo e entrarão em contato com elementos de dança e vídeos de dança
comentados. A ideia é alcançar a expressão pessoal de cada participante.

Professor
Arnaldo Alvarenga (UFMG) - formou-se em dança no Trans-Forma Centro de Dança
Contemporânea (BH/MG) e em Leitura Corporal, com aprofundamento em
Fisiognomonia, no Núcleo de Terapia Corporal de Belo Horizonte. No campo
acadêmico, graduou-se em geologia pela UFMG. É Mestre e Doutor em Educação pela
FAE/UFMG, em História da Educação. É docente dos Cursos de Graduação em Teatro e
do curso de Licenciatura em Dança da EBA/UFMG. Tem livros e artigos publicados,
desenvolvendo pesquisas na área de Estudos Corporais e Memória em Dança no Brasil.
Atualmente coordena o curso de Graduação Licenciatura em Dança da EBA/UFMG.

Público-alvo: adultos a partir de 65 anos de idade

Vagas: 24

Carga horária: 15 horas

Período: 20 a 24 de julho

Horário: 14h às 17h

Material do aluno: roupas adequadas para as práticas corporais que permitam a
realização de movimentos amplos, como: calças e blusas de malha e colants. Os
participantes serão convidados a ficar com os pés descalços, sem o uso de meias.

Classificação etária: a partir de 65 anos


ESCULTURAS – PROCESSO CONSTRUTIVO (PROJETO ESPECIAL)

O objetivo da oficina é expor aos alunos todo o processo de criação e de concepção
das esculturas do artista plástico Jorge dos Anjos, desde o projeto inicial até a
instalação das obras nos espaços públicos, demonstrando suas influências africanas e
concretistas. O artista fará visitas guiadas com os alunos aos espaços públicos que têm
suas obras instaladas. Será realizada também uma sessão de exibição dos vídeos sobre
a obra do artista.

Professor
Jorge dos Anjos (BH) – Artista plástico de grande destaque na arte mineira
contemporânea, Jorge dos Anjos organizou as exposições individuais 2013 – Geometria
de Risco – Espaço Cultural Marcantonio Vilaça – Brasília;2012 - Institut für
Künstlerische Keramik und Glass – Hörgrenzhausen, Alemanha; 2011 – Pedra, Ferro e
Fogo – Galeria Coleção de Arte – Rio de Janeiro, RJ; 2010 – Nibourg Interieurs – Zwolle,
Holanda; 2006 – Esculturas, Lagoa da Pampulha, 3º FAN - Festival de Arte Negra, Belo
Horizonte e, Esculturas, Praça da Estação, 3º FAN - Festival de Arte Negra, Belo
Horizonte. Quanto às exposições coletivas, ele integrou em 2014 a Mostra Rio de
Esculturas Monumentais – Praça Paris, Rio de Janeiro; em 2012 expôs no Centro
Cultural dos Correios – Rio de Janeiro, RJ; em 2011/2012 integrou a Europália -
Incorporation – Contemporary Afro-Brazilian Art (La Centrale Electrique, Bruxelas,
Bélgica; em 2006 a exposição Encuentro entre dos mares – Áfricas – Américas,
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Encuentros convergentes: ancestralidade y contemporaneidad, Bienal de Valencia,
Espanha, Réplica e Rebeldia [Artistas de Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique],
Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro; Museu de Arte Moderna, Salvador – Brasil;
Luanda – Angola; Moçambique e em 2005 participou da Brésil l´Heritage African,
Musée Dapper, em Paris.

Público-alvo: estudantes ou interessados em arte e arquitetura

Vagas: 25

Carga horária: 18 horas

Período: 20 a 24 de julho

Horário: 14h às 17h, exceto dia 23 (12h às 18h).

Visitas programadas:

21 de julho – Atelier do artista no bairro São Francisco; 22 de julho – DINAÇO no
distrito industrial CINCO/Contagem; 23 de julho – Shopping Estação em Sete
Lagoas/MG; 24 de julho – Obras do artista nos bairros Santa Efigênia e Pampulha.

Classificação etária: a partir de 16 anos


UMA INTRODUÇÃO À POÉTICA POPULAR


A oficina constará de uma abordagem teórica sobre o modo que a poesia popular
brasileira floresceu e se desenvolveu e da vivência criativa de alguns dos seus gêneros
e formas.

Professor
Antônio Nóbrega (SP) – Violinista desde criança. Entre 1968 e 1970, já participava da
Orquestra de Câmara da Paraíba e da Orquestra Sinfônica do Recife. Em 1971, foi
convidado por Ariano Suassuna a integrar o Quinteto Armorial, grupo precursor na
criação de uma música de câmara brasileira de raízes populares. Fruto desse
envolvimento com o universo da cultura popular, a partir de 1976, começou a
desenvolver um estilo próprio de concepção em artes cênicas e música. A partir de
1993 criou vários espetáculos, com os respectivos CDs. Participou do Festival
D’Avignon (França) com o espetáculo “Pernambouc”, preparado especialmente para o
público francês. A partir de 2007, com o espetáculo “Passo”, integralmente dedicado à
dança, começou a conciliar o seu trabalho de músico com o de dançarino e coreógrafo.
Entre 2006 e 2008, lançou o espetáculo dedicado ao frevo “Nove de Frevereiro”.
Recebeu inúmeros prêmios, dentre os quais destacam-se: TIM, SHELL, Mambembe,
APCA e Conrado Wessel – e, por duas vezes, a Comenda do Mérito Cultural. Com sua
mulher, Rosane Almeida, idealizou e dirige, em São Paulo, o Instituto Brincante, local
de cursos, oficinas, mostras e encontros onde procuram apresentar aos próprios
brasileiros um Brasil ainda pouco conhecido. Atualmente, conclui com Walter Carvalho
a realização de um longa-metragem sobre a sua obra, cuja estreia está prevista para o
segundo semestre do ano.

Público-alvo: interessados em conhecer e praticar a poesia popular brasileira

Vagas: 30

Carga horária: 3 horas

Data: 22 de julho

Horário: 9h30 às 12h30

Classificação etária: a partir de 16 anos


LITERATURA E MÚSICA (PROJETO ESPECIAL)


Após a recente rememoração dos 50 anos do Golpe Militar no Brasil, o curso tem
como objetivo relacionar literatura e música, levando em consideração a produção
realizada por compositores das últimas décadas, principalmente os de formação
universitária, como Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil. O tema escolhido – a
cidade – pretende contemplar a relação entre modernidade e modernização, tradição
e vanguarda. Parte-se da concepção de que a vida urbana atua como catalisadora dos
movimentos políticos e culturais que tiveram como cenário a ditadura militar.

Professora
Eneida Maria de Souza (UFMG) – Professora titular de Teoria da Literatura e
professora emérita da UFMG. Autora, entre outros livros, de o Século de Borges, Crítica
Cult, Janelas Indiscretas, Sobrevivência e Devir da Leitura (Org.) e Modernidade Toda
Prosa (em co-autoria com Marília Cardoso). É pesquisadora do CNPq.
Público-alvo: interessados em literatura e música

Vagas: 30

Carga horária: 15 horas

Período: 20 a 24 de julho

Horário: 14h às 17h

Material do aluno: roupas adequadas para exercícios cênicos e de artes visuais, como
calça e/ou saia, calçado, camisa e/ou vestido, chapéu e/ou boné e adereços, por
exemplo, óculos e cordões que possam ser customizados ou mesmo “estragados”.
Classificação etária: a partir de 14 anos


LUZ/ESPAÇO: UM LUGAR (PROJETO ESPECIAL)

A atividade envolverá a apresentação e a discussão do uso da luz como matéria/meio
de construção de espaço e de forma na arte contemporânea, enfocando sua atuação
como agente direto e indireto de efeitos perceptivos. A oficina é prática e os
participantes acompanharão o processo de criação e de montagem de uma instalação
artística feita com luz, que ao final será aberta ao público.

Professora
Telma Fernandes (SP) – Atriz, encenadora, dramaturga e designer de luz. Mestre
em Letras pela UFMG, com pesquisa sobre a relação entre o texto e a cena na
primeira montagem de Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues. É graduada em
Filosofia (UFMG) e Psicologia (PUC/MG). Atualmente vem consolidando seu
trabalho como encenadora voltando-se para a criação de espetáculos que
apresentam uma estreita relação com as artes visuais e performativas, partindo
sempre da investigação sobre as diversas linguagens do teatro contemporâneo.
Como designer de luz assinou vários trabalhos de destaque, tanto em Minas quanto
em outros estados do país.

Público-alvo: artistas, estudantes de artes visuais e performativas, público em geral.

Vagas: 10

Carga horária: 20 horas

Período: 20 a 24 de julho

Horário: 16h às 20h
10

Material do aluno: alicate e chave de fenda

Classificação etária: a partir de 16 anos


UM CINEMA DA DIVERSIDADE ESTÉTICA E NARRATIVA

O grupo percorrerá uma breve história do cinema negro no Brasil, na África e nos
Estados Unidos da América, destacando sua origem, sua diversidade estética, temática
e de contextos. Também serão abordados e exibidos pequenos trechos das obras dos
principais diretores.

Professor
Joel Zito Araújo (RJ) – Cineasta, escritor, professor, diretor, produtor executivo e
roteirista de filmes de ficção, de documentários, de programas de TV, de vídeos
educacionais e institucionais. Criador e diretor de 27 curtas e média-metragens e de
quatro filmes de longa-metragem para salas de cinema: “A Negação do Brasil”
(ganhador do É Tudo Verdade, 2001), “Filhas do Vento” (ganhador de 8 Kikitos no
Festival de Gramado de 2005 e do Festival de Tiradentes), “Cinderelas, Lobos e um
Príncipe Encantado” (ganhador de 5 prêmios de melhor documentário) e do recente
“Raça”.

Público-alvo: estudantes de cinema, de comunicação e de artes

Vagas: 30

Carga horária: 20 horas

Período: 20 a 24 de julho

Horário: 14h às 18h

Material do aluno: levar um lap top ou algum tipo de palmtop.

Classificação etária: a partir de 16 anos


FESTIVAL JOVEM

O público infantil é convidado a integrar o Festival de Inverno da UFMG, que nesta
edição abre um espaço só para a criançada. Serão realizadas oficinas de arte, de
filosofia e de ciências, além de um piquenique temático, destinados a crianças de 4 a 7
anos de idade. É importante ressaltar que as crianças inscritas no Festival Jovem
devem participar de todas as atividades a seguir, não sendo permitida a inscrição em
atividades isoladas.

Obrigações dos pais ou responsáveis:
1. Assinar o termo de responsabilidade, disponibilizado no sistema de inscrições,
informando dados importantes sobre a criança, tais como restrição alimentar,
alergia e tipo sanguíneo.
2. Enviar diariamente, com a criança, um lanche frio para o intervalo do turno da
manhã.
3. Enviar uma refeição fria para o horário de almoço, caso seja de seu interesse.
O responsável pode também buscar a criança ao término das atividades
matinais (11h45) e trazê-la de volta ao local das oficinas às 14 horas.
Observações:
%uF0B7 Os alimentos (lanche e refeição) serão acondicionados em geladeira, sem
possibilidade de aquecê-los para consumo.
%uF0B7 As crianças, nos horários do lanche e do almoço, terão o acompanhamento de
monitores.

Vagas: 20

Período de realização: 20 a 24 de julho

Horário: 8h30 às 11h45 e 14h às 17h30

Carga horária: 38 horas

Material do aluno: roupa leve e confortável, garrafinha com água, lanche para a
criança (somente na parte da manhã), instrumentos musicais (livre). Além disso, é
desejável levar uma lata vazia de metal (Nescau, Neston, Mucilon, etc.)

Local: prédio do Teatro Universitário – sala Paula Lima

Classificação etária: 4 a 7 anos


A CRIANÇA E O CORPO: EXPERIÊNCIAS PARA DANÇAR

Por meio da corporeidade, as crianças experimentam o mundo à sua volta,
estabelecendo relações de intervenção e de aprendizagem constante. Com a Dança,
essas experiências se potencializam, já que a linguagem corporal trabalhada de
maneira intencional e estética abre espaço para momentos de brincadeiras,
expressividade e liberdade nas criações. Pensando nisso, a oficina busca introduzir
alguns elementos da Dança (noções de consciência corporal e elementos de Laban,
12
entre outros), trazendo para a cena - e como protagonista - o próprio corpo das
crianças: espontâneo, criativo e disponível para novas experiências.

Professora
Marlaina Fernandes Roriz (BH) - Possui graduação em Dança, Licenciatura e
Bacharelado pela UFV (2010) e Mestrado em Ensino de Arte pela UFMG (2014). É
professora efetiva de Dança no Centro Pedagógico da Escola de Educação Básica e
Profissional da UFMG, desde 2014. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em
Docência em Dança e atua principalmente nas seguintes áreas: ensino de dança,
linguagem corporal, formação de professor, educação infantil e processos criativos em
Dança.


JOGOS E BRINCADEIRAS NO TEATRO

Nesta atividade, as crianças experimentarão brincadeiras tradicionais e jogos teatrais e
exercitarão coletivamente a imaginação, o corpo e a voz.

Professores
Grupo Serelepe (EBA/UFMG) – Formado em 2005, graças ao programa de rádio
Serelepe – uma pitada de Música Infantil, que vai ao ar até os dias de hoje pela Rádio
UFMG Educativa 104,5 FM, o Grupo Serelepe (EBA/UFMG) é composto por Reginaldo
Santos, Cris Lima, Gabriel Murilo e Eugênio Tadeu. Faz parte do Movimento Brasileiro
da Canção Infantil e do Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha.
Institucionalmente, é um projeto de extensão vinculado ao curso de Graduação em
Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG, onde Eugênio Tadeu (coordenador do
grupo) é professor. Desde 2010, o Serelepe ministra oficinas para crianças e adultos,
tendo sempre o brincar como fio condutor. Foi também neste ano que o grupo
começou a idealizar o espetáculo-cênico musical Locotoco, inspirado em canções e
brincadeiras tradicionais, recolhidas em diferentes regiões do Brasil e da América
Latina. Em 2014, o espetáculo foi registrado no CD homônimo. Ao longo desses anos, o
grupo se apresentou com espetáculos e ministrou oficinas de jogos e brincadeiras em
cidades como Belo Horizonte, Juiz de Fora, São Paulo, Ribeirão Preto, Piracicaba
(Brasil), Valparaíso (Chile), Santa Fé (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Medellín,
Bogotá e Melgar (Colômbia).


A EXPERIÊNCIA DO PENSAR, PENSAR A EXPERIÊNCIA

A intenção desta atividade é aproximar as crianças à experiência filosófica em um
marco de jogo. O grupo será incentivado a brindar ferramentas de pensamento crítico
e a refletir sob diversos temas a partir de contos, de poesias e de obras de arte.

Professor
Maximiliano Lionel Durán (RJ) - Pós-doutorando em Educação pela UERJ, Doutor em
Filosofia (UBA), Graduado em Filosofia (UBA), Professor da Universidad de Buenos
Aires, Professor de Ensino fundamental, Coordenador de filosofia com crianças na
Escuela de Capacitación del a Ciudad Autónoma de Buenos Aires.


LEVES CANTOS – MUSICALIZAÇÃO INFANTIL

A ideia é levar a criança a vivenciar sua musicalidade, de maneira divertida e leve,
através do canto, de instrumentos pentatônicos e de brincadeiras musicais. A oficina
envolve atividades que podem despertar um mundo belo, cheio de possibilidades
sonoras e de fantasia natural dessa fase, como sentir os tons, tocar e cantar músicas
pentatônicas, que caracterizam os primeiros sete anos de vida de uma criança.

Professora
Adriana Soares (BH) - Licenciada em Música pela Universidade do Estado de Minas
Gerais. É flautista doce e transversal desde a infância. Atualmente estuda Antroposofia
em São Paulo e atua como professora de Música na Pólen Escola Waldorf (Colégio
Rudolf Steiner de Minas Gerais) em Nova Lima, onde também é regente da Orquestra
experimental da Escola. Atuou como atriz e flautista na Espanha em 2008 e na
Alemanha em 2006.


A LUZ NA INFÂNCIA

A oficina trabalhará, com uma abordagem lúdica, o encanto que as várias formas de
luz trazem para as crianças. Com histórias, brincadeiras e confecção de lanternas a
criançada será convidada a brincar com as possibilidades de iluminar.

Professor
Cristiano Diniz (BH) - Formado em Artes Cênicas pela UFMG, foi professor temporário
do curso de Graduação em Teatro da UFSJ e da escola COOPEMIG. Trabalha como ator,
dublador, iluminador, cenógrafo e performer. Já trabalhou como Coordenador Técnico
dos festivais FETO (2010-2014), Festival de Artes Cênicas de João Monlevade (2011),
Diálogos Cênicos (2014) e A-Mostra.Lab (2012-2014). Hoje é também ator convidado
da Cia Pierrot Lunar, iluminador dos grupos Cia Garabateios e do Grupo Trampulim.
Também tem outros trabalhos envolvendo cinema, teatro, dança e performance.


FÍSICA PARA CRIANÇAS

Nesta oficina, as próprias crianças constroem experimentos divertidos e aprendem,
através deles, de forma simples e prática, tópicos de física, química, matemática e
biologia. Ao final do trabalho de construção, os experimentos serão levados por elas e
utilizados como brinquedos pedagógicos com a finalidade de estimulá-las a olhar com
bons olhos para as ciências, aguçar-lhes a curiosidade e a visão crítica sobre os
fenômenos científicos vividos no dia a dia.

Professor
Juares Dutra da Silva (BH) - Licenciado em Física pela UFMG (2006), é também Mestre
em Educação – Ensino de Física pela Universidade Federal do Espírito Santo (2012). É
co-autor do livro Aerodescobertas: explorando novas possibilidades, publicado pela
Fundação Ciência Jovem (2006) e co-autor de artigo do livro Tecnologias
computacionais e práticas educativas inclusivas: perspectivas de trabalho em escolas e
instituições acadêmicas, publicado pela CRV em 2012.


PERFORMANCE

A oficina levará as crianças a descobrirem, de forma lúdica, em atividades individuais e
em grupo, elementos da plasticidade e das potências do espaço. Serão criados
espaços, composições e objetos originais com a utilização de caixas e colagens.

Professor
Eugênio Paccelli Horta (UFMG) – Graduado em Desenho pela UFMG, Mestre e Doutor
em Arte e Educação pela Escola de Belas Artes da UFMG, com participação no
Programa de Doutorado Sanduíche (PDSE, CAPES) na Facultat de Bellas Artes da
Universidade de Granada, Espanha. Atualmente, é professor adjunto II da UFMG.
Desenvolve trabalhos e pesquisas com ênfase em desenho, atuando principalmente
nos temas arte, corpo, desenho, movimento e dança. Participou de exposições e de
eventos no Brasil e no exterior como artista plástico e performer.


PIQUENIQUE TEMÁTICO

A partir da relação da nutrição com vivências educativas e artísticas, a proposta é
promover uma atividade lúdica, envolvendo as crianças em uma experiência de
convívio por meio de um piquenique temático.

Professora
Carol Gualberto (UFMG) - coreógrafa da Escola de Belas Artes da UFMG, Mestre em
Literatura, Especialista em “Dança Contemporânea”, Bacharel e Licenciada em Dança.
É também cantora e escritora. Tem realizado estudos sobre nutrição e alimentação
saudável.


PROJETO ESPECIAL – A ARTE E A CIDADE

Em sintonia com a proposta conceitual do 47º Festival de Inverno da UFMG, que é
realizar uma ampla integração entre a cidade de Belo Horizonte, a Universidade
Federal de Minas Gerais e os processos criativos artísticos, o Projeto A Arte e a Cidade
propõe a realização de um mapeamento e de uma reflexão sobre a cidade e o estado
da arte. Sob a premissa de manifestações artísticas especiais que guardam na
afetividade uma relação íntima com seu lócus, sua rua, seu bairro, sua cidade e com as
pessoas, serão mapeadas ações, coletivos e artistas que desenvolvem atividades
referências neste contexto. A proposta envolve artistas convidados para uma reflexão
e para o exercício de uma criação coletiva compartilhada.

Compõem a programação dos Projetos Especiais:

Eventos
%uF0B7 Palestra musical de José Miguel Wisnik
%uF0B7 Exposição “1964 – Bibliografias”
%uF0B7 Instalação Luz/Espaço: um lugar
Fóruns de Diálogo
%uF0B7 Arte, sociedade e juventude

Oficinas
%uF0B7 Esculturas – processo construtivo – Jorge dos Anjos (BH)
%uF0B7 Literatura e música – Eneida Maria de Souza (UFMG)
%uF0B7 Luz/Espaço: um lugar - Telma Fernandes (RJ)
Informações detalhadas sobre cada atividade podem ser encontradas nas modalidades
citadas.


AULAS ABERTAS


Dia 20 de julho – segunda-feira

PRÁTICA DO SENSÍVEL: DANÇANDO E DESENHANDO NO ESPAÇO

A atividade tem como proposta trabalhar no espaço público, ativando a percepção do
entorno. Pretende-se produzir estados de dança em conjunto, aguçar a noção do
corpo no espaço e o espaço do corpo, lançando mão da palavra de ordem flexibilidade.

Professora
Dudude Herrmann (MG) – Artista de dança, vive e trabalha entre Belo Horizonte e
Casa Branca. É performer, improvisadora, diretora de espetáculos e professora de
dança. Trabalhou como professora e/ou coreógrafa para o Grupo Galpão, Cia
Burlantins, Grupo de Dança 1º Ato, Companhia de Dança do Palácio das Artes, Grupo
do Beco do Conglomerado Santa Lúcia, Oficinão Galpão Cine-Horto.

Horário: 9 horas

Classificação etária: a partir de 18 anos


PARE, OLHE E VEJA: QUE ESPAÇO É ESTE ONDE NÓS ESTAMOS?


Nesta atividade, o Festival convida o público a um exercício de observação, de
descrição e de reflexão acerca dos espaços à nossa volta, com vistas a compreender
que o espaço humano é algo em constante construção e que, portanto, pode ser
modificado sempre que necessário, para atender de modo mais satisfatório às
necessidades dos sujeitos que nele habitam e nele transitam.

Professor
José Sávio Oliveira de Araújo (UFRN) – Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação
pela UFRN, com Pós-Doutorado na University of British Columbia, Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, em que atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN e o
Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC). Coordena,
também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cências - PPGArC. Entre seus
trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico do
Grupo Clowns de Shakespeare, de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo "A Megera
DoNada". Foi responsável pela Direção cênica de "Naia Catarineta" espetáculo de
abertura da SBPC, na UFRN em 2010, e pelaIluminação cênica dos espetáculos
"Fragmento da Hora Absurda" (2007) e "Santa Cruz do Não Sei" (2012). Seu trabalho
mais recente foi a Direção Cênica e a Cenografia da Ópera "Bastien & Bastienne", de
Mozart, que estreou em maio de 2015, na UFRN.

Horário: 16 horas

Classificação etária: livre


IMPROVISAÇÃO TEATRAL

A improvisação teatral é a habilidade de criar a partir dos estímulos recebidos pelo
público, pelo companheiro de cena e pelo espaço no calor da ação e diante do público.
Nesta aula aberta, serão realizados jogos e brincadeiras que estimulem a capacidade
inventiva do aluno em um ambiente divertido e acolhedor. Para quem faz, o desafio é
lançar-se ao vazio diante do outro. Para quem assiste, o prazer é criar junto.

Professora
Mariana Muniz (UFMG) – Professora Titular do Departamento de Fotografia, Teatro e
Cinema, atuando na Pós-graduação em Artes e no Curso de Graduação em Teatro da
EBA/UFMG. É autora do livro Improvisação como espetáculo: metodologias de
treinamento do ator-improvisador, publicado pela Editora UFMG. Doutora em História,
Teoria e Prática do Teatro pela Universidad de Alcalá (Espanha). Formada também em
Interpretação Gestual - Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid (2005).
Com experiência na área de teatro, é líder do grupo de pesquisa LADI - Laboratório de
Dramaturgia da Improvisação. Foi curadora do Festival de Inverno da UFMG de 2006 a
2009. Como diretora e/ou atriz já trabalhou com diversos coletivos, entre eles Uma
Companhia, Jogando no Quintal, Cia. Bárbara, Galpão Cine-Horto e Impromadrid. Foi
criadora e é a curadora do FIMPRO - Festival Internacional de Improvisação.

Horário: 14 horas

Classificação etária: a partir de 16 anos

Dia 21 de julho – terça-feira


DESUNIFORMIZADOS: um pelotão mal visto


O encontro pretende abordar os campos da performance e da intervenção urbana por
um viés prático, voltado para a conversão do espaço da rua, que de lugar de passagem
será transformado em lugar de permanência, de convívio e de exercício da expressão.
As atividades a serem desenvolvidas convidam os corpos presentes a manifestarem
seu potencial de resistência e de singularidade, convergindo na apropriação e
(re)significação de situações do cotidiano, a serem deslocadas de seu universo usual e
dotadas de ironia, ritualização e transgressão.

Professora
Christina Fornaciari (UFMG) – Atua na interface entre as Artes, a Educação e os
Direitos Humanos. É Doutora em Artes Cênicas pela UFBA, Mestre em Performance e
Direitos Humanos pela Queen Mary University of London e Mestre em Teorias e
Práticas Teatrais pela USP. Possui graduação em Direito pela Faculdade Milton Campos
e formação pelo Teatro Universitário da UFMG. Atualmente está vinculada à
FaE/UFMG, onde leciona as disciplinas de arte-educação no Curso de Pedagogia, bem
como nas licenciaturas em LAL - Literatura, Artes e Linguagem do FIEI (Formação em
Educação Intercultural Indígena) e do LeCampo (Licenciatura em Educação do Campo).
É organizadora do livro Corpo em Contexto, lançado em 2014, que aborda o fazer
artístico junto a minorias étnico-sociais.


Horário: 14 horas

Classificação etária: livre


IMPROVISAÇÃO TEATRAL

A improvisação teatral é a habilidade de criar a partir dos estímulos recebidos pelo
público, pelo companheiro de cena e pelo espaço no calor da ação e diante do público.
Nesta aula aberta, serão realizados jogos e brincadeiras que estimulem a capacidade
inventiva do aluno em um ambiente divertido e acolhedor. Para quem faz, o desafio é
lançar-se ao vazio diante do outro. Para quem assiste, o prazer é criar junto.

Professora
Mariana Muniz (UFMG) – Professora Titular do Departamento de Fotografia, Teatro e
Cinema, atuando na Pós-graduação em Artes e no Curso de Graduação em Teatro da
EBA/UFMG. É autora do livro Improvisação como espetáculo: metodologias de
treinamento do ator-improvisador, publicado pela Editora UFMG. Doutora em História,
Teoria e Prática do Teatro pela Universidad de Alcalá (Espanha). Formada também em
Interpretação Gestual - Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid (2005).
Com experiência na área de teatro, é líder do grupo de pesquisa LADI - Laboratório de
Dramaturgia da Improvisação. Foi curadora do Festival de Inverno da UFMG de 2006 a
2009. Como diretora e/ou atriz já trabalhou com diversos coletivos, entre eles Uma
Companhia, Jogando no Quintal, Cia. Bárbara, Galpão Cine-Horto e Impromadrid. Foi
criadora e é a curadora do FIMPRO - Festival Internacional de Improvisação.

Horário: 16 horas

Classificação etária: a partir de 16 anos


O ESPAÇO DA PINTURA NA CIDADE

A atividade tem como proposta a observação de duas praças e de um parque de Belo
Horizonte, com atenção aos detalhes que formam tais espaços: suas construções,
gramas, pessoas, sombras, luzes e cores. Por meio de exercícios propostos nas aulas, a
pintura será um dos meios através do quais o grupo tratará tais detalhes.

Professora
Janaína Rodrigues (MG) – Artista visual, possui graduação na Escola de Belas Artes da
UFMG e Mestrado em Poéticas Visuais pela Pós-Graduação em Poéticas Visuais, no
Instituto das Artes/ UFRGS. Com o olhar direcionado às cenas com frutas, panos ou
utilitários, sua produção se aproxima dos detalhes e das modificações desses
elementos. Em suas pinturas as figuras são formadas por cores vivas e por uma mistura
de texturas proporcionadas pela têmpera vinílica e pela tinta a óleo. Pela recorrente
observação das cenas de natureza-morta montadas em seu ateliê, os trabalhos atuais
estão envolvidos com as imagens e as questões da simultaneidade do broto e do
deperecer da matéria. A cerâmica, a pintura, o vídeo, o impresso e a instalação passam
a ser tentativas de fixar os momentos fugidios do que permanece, de revelar parte da
visão poética sobre um corpo, sendo ele fruta, pote, pano ou nós.

Horário: 9 horas

Classificação etária: a partir de 15 anos


PRÁTICA DO SENSÍVEL: DANÇANDO E DESENHANDO NO ESPAÇO

A atividade tem como proposta trabalhar no espaço público, ativando a percepção do
entorno. Pretende-se produzir estados de dança em conjunto, aguçar a noção do
corpo no espaço e o espaço do corpo, lançando mão da palavra de ordem flexibilidade.

Professora
Dudude Herrmann (MG) – Artista de dança, vive e trabalha entre Belo Horizonte e
Casa Branca. É performer, improvisadora, diretora de espetáculos e professora de
dança. Trabalhou como professora e/ou coreógrafa para o Grupo Galpão, Cia
Burlantins, Grupo de Dança 1º Ato, Companhia de Dança do Palácio das Artes, Grupo
do Beco do Conglomerado Santa Lúcia, Oficinão Galpão Cine-Horto.

Horário: 14 horas

Classificação etária: a partir de 18 anos


PARE, OLHE E VEJA: QUE ESPAÇO É ESTE ONDE NÓS ESTAMOS?

Nesta atividade, o Festival convida o público a um exercício de observação, de
descrição e de reflexão acerca dos espaços à nossa volta, com vistas a compreender
que o espaço humano é algo em constante construção e que, portanto, pode ser
modificado sempre que necessário, para atender de modo mais satisfatório às
necessidades dos sujeitos que nele habitam e nele transitam.

Professor
José Sávio Oliveira de Araújo (UFRN) – Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação
pela UFRN, com Pós-Doutorado na University of British Columbia, Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, em que atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN e o
Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC). Coordena,
também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cências - PPGArC. Entre seus
trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico do
Grupo Clowns de Shakespeare, de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo "A Megera
DoNada". Foi responsável pela Direção cênica de "Naia Catarineta" espetáculo de
abertura da SBPC, na UFRN em 2010, e pelaIluminação cênica dos espetáculos
"Fragmento da Hora Absurda" (2007) e "Santa Cruz do Não Sei" (2012). Seu trabalho
mais recente foi a Direção Cênica e a Cenografia da Ópera "Bastien & Bastienne", de
Mozart, que estreou em maio de 2015, na UFRN.

Horário: 9 horas

Classificação etária: livre


CANTANDO E CONTANDO A HISTÓRIA DO SAMBA


O encontro irá oferecer, aos participantes, estratégias de intervenção pedagógica que
favoreçam a construção de atividades lúdicas, com base na musicalidade rítmica do
samba, abrangendo o conhecimento sobre a história da África e a importância da
cultura afro-brasileira para a afirmação da identidade étnica racial.

Professora

Denísia Martins (MG) – Historiadora formada pela UFMG, pesquisadora da cultura de
matriz africana. Produtora e educadora do Projeto Cantando e Contando a História do
Samba, produtora da cantora Dóris e Banda. É também integrante da Rede Nacional de
Povos tradicionais e comunidades de terreiro.

Horário: 16 horas

Classificação etária: livre


Dia 22 de julho – quarta-feira



O SOM DO TAMBOR MINEIRO


A atividade pretende divulgar o som do Tambor Mineiro e difundir a raiz congadeira,
buscando a valorização dessa música de resistência do negro em Minas Gerais. O
encontro irá propor a quebra de preconceitos, além de propagar a cultura negra e
disseminar a arte.

Professor
Maurício Tizumba (MG) – Cantor, compositor e ator. Em sua carreira artística, que tem
início ainda na década de 60, se destaca por fazer um percurso de grande relevância
para a cultura afro-brasileira. Traz consigo a forte influência do congado mineiro,
manifestação cultural e religiosa que resiste há mais de três séculos enquanto
importante símbolo de expressão da cultura negra em Minas Gerais. Tizumba é
formado pelo Teatro Universitário da UFMG, experiência que o capacitou para atuar
em diversas produções teatrais e cinematográficas.

Horário: 9 horas

Classificação etária: livre


PRODUÇÃO DE TEXTO – A ESCRITA CRIATIVA

Nosso trabalho é uma tentativa de tirar o gesso que a escola nos colocou e esqueceuse
de tirar. A matéria prima da escrita é a palavra e não a ideia. A palavra gera ideias e
não o contrário. A palavra ganha então um corpo, um estatuto de objeto autônomo. A
fonte remota de cada unidade vocabular é o inconsciente. E o conduto imediato até o
papel é a caneta concebida aqui como um prolongamento dos dedos. Entendemos que
o ato de escrever está intimamente ligado ao ato de ler, à reflexão e à cultura. Daí os
textos motivadores que comparecem na oficina. Textos que não só remetem ao
exercício da escrita, como também discutem a própria vida e a cultura. São textos
criadores, gostosos, provocadores que vão desencadear outros e sugerir caminhos. É o
momento de descontração, de massagem cultural, de aquecimento para o fantástico
jogo da escrita. A fatura de textos dos alunos virá da prática. A teoria escorre dos
textos lidos, apresentados. E neste fazer, o agente passará pela descrição, narração,
dissertação. Em uma etapa posterior estará criando crônicas, minicontos, relatos da
memória. Descreverá paisagens, rios, cidades. Brincará com as palavras e fará delas
um desenho mágico.

Professor
Ronald Claver (UFMG) – Sou mineiro. A literatura é uma companheira legal e fiel.
Conhecia-a ainda menino, sem a carteirinha de escritor e sem pedir licença fui
escrevendo o mundo. A matéria do escritor é a vida e esta explode nas esquinas, nos
21
bares, na sala de jantar, nos becos, estádios e corações. A vida é eletricidade. O
escritor é o fio condutor desta realidade. E dá choque. Já fiz teatro, audiovisuais, fui
diretor de colégio, secretário municipal de Esportes. Já ganhei prêmios literários.
Tenho mais de 20 livros publicados. Alguns esperando o selo das editoras, outros na
gaveta da cabeça. São Francisco é meu santo, meu irmãozinho, meu rio, minha
sandália e minha lua cheia de fé e sol. Confesso que há essa contingência que
chamamos amor. Que às vezes é fel, às vezes é flor.

Horário: 14 horas

Classificação etária: livre


Praça de Liberdade


LOCKING E BOOGALOO

Aula teórica/prática nas modalidades Locking e Boogaloo, danças ligadas à cultura
Funk Styles, criadas por Don Campbellock e Boogaloo Sam, em Los Angeles – Califórnia,
em meados da década de 70. Mostrar a relação das danças sociais no desenvolvimento
de várias danças urbanas.

Professor
Black A (Luiz Fernando Nunes Bernardo) – formado em edificações e graduando em
Educação Física, atua profissionalmente com danças urbanas e cultura hip hop há 22
anos. Participou de diversos cursos com grandes nomes do cenário nacional e
internacional de dança urbana, como P-Lock (França) e Don Campbellock (Los
Angeles). Foi campeão por seis vezes de competição individual de dança urbana e o
oitavo melhor do mundo no Hip Hop Internacional, em Las Vegas (2012). Idealizador
do Fest Hip Hop e do H2 a Batalha. Realizou apresentações em programas do SBT, da
Record e da Rede Minas.

Horário: 16 horas

Classificação etária: 12 anos


Dia 23 de julho – quinta-feira


CANTANDO E CONTANDO A HISTÓRIA DO SAMBA


O encontro irá oferecer, aos participantes, estratégias de intervenção pedagógica que
favoreçam a construção de atividades lúdicas, com base na musicalidade rítmica do
samba, abrangendo o conhecimento sobre a história da África e a importância da
cultura afro-brasileira para a afirmação da identidade étnica racial.

Professora
Denísia Martins (MG) – Historiadora formada pela UFMG, é pesquisadora da cultura
de matriz africana. Produtora e educadora do Projeto Cantando e Contando a História
do Samba, produtora da cantora Dóris e Banda. É também integrante da Rede Nacional
de Povos tradicionais e comunidades de terreiro.

Horário: 9 horas

Classificação etária: livre


PARE, OLHE E VEJA: QUE ESPAÇO É ESTE ONDE NÓS ESTAMOS?

Nesta atividade, o Festival convida o público a um exercício de observação, de
descrição e de reflexão acerca dos espaços à nossa volta, com vistas a compreender
que o espaço humano é algo em constante construção e que, portanto, pode ser
modificado sempre que necessário, para atender de modo mais satisfatório às
necessidades dos sujeitos que nele habitam e nele transitam.

Professor
José Sávio Oliveira de Araújo (UFRN) – Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação
pela UFRN, com Pós-Doutorado na University of British Columbia, Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, em que atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN e o
Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC). Coordena,
também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cências - PPGArC. Entre seus
trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico do
Grupo Clowns de Shakespeare, de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo "A Megera
DoNada". Foi responsável pela Direção cênica de "Naia Catarineta" espetáculo de
abertura da SBPC, na UFRN em 2010, e pelaIluminação cênica dos espetáculos
"Fragmento da Hora Absurda" (2007) e "Santa Cruz do Não Sei" (2012). Seu trabalho
mais recente foi a Direção Cênica e a Cenografia da Ópera "Bastien & Bastienne", de
Mozart, que estreou em maio de 2015, na UFRN.

Horário: 14 horas

Classificação etária: livre


PRODUÇÃO DE TEXTO – A ESCRITA CRIATIVA


Nosso trabalho é uma tentativa de tirar o gesso que a escola nos colocou e esqueceuse
de tirar. A matéria prima da escrita é a palavra e não a ideia. A palavra gera ideias e
não o contrário. A palavra ganha então um corpo, um estatuto de objeto autônomo. A
fonte remota de cada unidade vocabular é o inconsciente. E o conduto imediato até o
papel é a caneta concebida aqui como um prolongamento dos dedos. Entendemos que
o ato de escrever está intimamente ligado ao ato de ler, à reflexão e à cultura. Daí os
textos motivadores que comparecem na oficina. Textos que não só remetem ao
exercício da escrita, como também discutem a própria vida e a cultura. São textos
criadores, gostosos, provocadores que vão desencadear outros e sugerir caminhos. É o
momento de descontração, de massagem cultural, de aquecimento para o fantástico
jogo da escrita. A fatura de textos dos alunos virá da prática. A teoria escorre dos
textos lidos, apresentados. E neste fazer, o agente passará pela descrição, narração,
dissertação. Em uma etapa posterior estará criando crônicas, minicontos, relatos da
memória. Descreverá paisagens, rios, cidades. Brincará com as palavras e fará delas
um desenho mágico.

Professor
Ronald Claver (UFMG) – Sou mineiro. A literatura é uma companheira legal e fiel.
Conhecia-a ainda menino, sem a carteirinha de escritor e sem pedir licença fui
escrevendo o mundo. A matéria do escritor é a vida e esta explode nas esquinas, nos
bares, na sala de jantar, nos becos, estádios e corações. A vida é eletricidade. O
escritor é o fio condutor desta realidade. E dá choque. Já fiz teatro, audiovisuais, fui
diretor de colégio, secretário municipal de Esportes. Já ganhei prêmios literários.
Tenho mais de 20 livros publicados. Alguns esperando o selo das editoras, outros na
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gaveta da cabeça. São Francisco é meu santo, meu irmãozinho, meu rio, minha
sandália e minha lua cheia de fé e sol. Confesso que há essa contingência que
chamamos amor. Que às vezes é fel, às vezes é flor.

Horário: 16 horas

Classificação etária: livre

IMPROVISAÇÃO TEATRAL

A improvisação teatral é a habilidade de criar a partir dos estímulos recebidos pelo
público, pelo companheiro de cena e pelo espaço no calor da ação e diante do público.
Nesta aula aberta, serão realizados jogos e brincadeiras que estimulem a capacidade
inventiva do aluno em um ambiente divertido e acolhedor. Para quem faz, o desafio é
lançar-se ao vazio diante do outro. Para quem assiste, o prazer é criar junto.

Professora
Mariana Muniz (UFMG) – Professora Titular do Departamento de Fotografia, Teatro e
Cinema, atuando na Pós-graduação em Artes e no Curso de Graduação em Teatro da
EBA/UFMG. É autora do livro Improvisação como espetáculo: metodologias de
treinamento do ator-improvisador, publicado pela Editora UFMG. Doutora em História,
Teoria e Prática do Teatro pela Universidad de Alcalá (Espanha). Formada também em
Interpretação Gestual - Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid (2005).
Com experiência na área de teatro, é líder do grupo de pesquisa LADI - Laboratório de
Dramaturgia da Improvisação. Foi curadora do Festival de Inverno da UFMG de 2006 a
2009. Como diretora e/ou atriz já trabalhou com diversos coletivos, entre eles Uma
Companhia, Jogando no Quintal, Cia. Bárbara, Galpão Cine-Horto e Impromadrid. Foi
criadora e é a curadora do FIMPRO - Festival Internacional de Improvisação.

Horário: 9 horas

Classificação etária: a partir de 16 anos


O SOM DO TAMBOR MINEIRO


A atividade pretende divulgar o som do Tambor Mineiro e difundir a raiz congadeira,
buscando a valorização dessa música de resistência do negro em Minas Gerais. O
encontro irá propor a quebra de preconceitos, além de propagar a cultura negra e
disseminar a arte.

Professor
Maurício Tizumba (MG) – Cantor, compositor e ator. Em sua carreira artística, que tem
início ainda na década de 60, se destaca por fazer um percurso de grande relevância
para a cultura afro-brasileira. Traz consigo a forte influência do congado mineiro,
manifestação cultural e religiosa que resiste há mais de três séculos enquanto
importante símbolo de expressão da cultura negra em Minas Gerais. Tizumba é
formado pelo Teatro Universitário da UFMG, experiência que o capacitou para atuar
em diversas produções teatrais e cinematográficas.

Horário: 14 horas

Classificação etária: livre



DESUNIFORMIZADOS: um pelotão mal visto

O encontro pretende abordar os campos da performance e da intervenção urbana por
um viés prático, voltado para a conversão do espaço da rua, que de lugar de passagem
será transformado em lugar de permanência, de convívio e de exercício da expressão.
As atividades a serem desenvolvidas convidam os corpos presentes a manifestarem
seu potencial de resistência e de singularidade, convergindo na apropriação e
(re)significação de situações do cotidiano, a serem deslocadas de seu universo usual e
dotadas de ironia, ritualização e transgressão.

Professora
Christina Fornaciari (UFMG) – Atua na interface entre as Artes, a Educação e os
Direitos Humanos. É Doutora em Artes Cênicas pela UFBA, Mestre em Performance e
Direitos Humanos pela Queen Mary University of London e Mestre em Teorias e
Práticas Teatrais pela USP. Possui graduação em Direito pela Faculdade Milton Campos
e formação pelo Teatro Universitário da UFMG. Atualmente está vinculada à
FaE/UFMG, onde leciona as disciplinas de arte-educação no Curso de Pedagogia, bem
como nas licenciaturas em LAL - Literatura, Artes e Linguagem do FIEI (Formação em
Educação Intercultural Indígena) e do LeCampo (Licenciatura em Educação do Campo).
É organizadora do livro Corpo em Contexto, lançado em 2014, que aborda o fazer
artístico junto a minorias étnico-sociais.

Horário: 16 horas

Classificação etária: livre


LOCKING E BOOGALOO

Aula teórica/prática nas modalidades Locking e Boogaloo, danças ligadas à cultura
Funk Styles, criadas por Don Campbellock e Boogaloo Sam, em Los Angeles – Califórnia,
em meados da década de 70. Mostrar a relação das danças sociais no desenvolvimento
de várias danças urbanas.

Professor
Black A (Luiz Fernando Nunes Bernardo) – formado em edificações e graduando em
Educação Física, atua profissionalmente com danças urbanas e cultura hip hop há 22
anos. Participou de diversos cursos com grandes nomes do cenário nacional e
internacional de dança urbana, como P-Lock (França) e Don Campbellock (Los
Angeles). Foi campeão por seis vezes de competição individual de dança urbana e o
oitavo melhor do mundo no Hip Hop Internacional, em Las Vegas (2012). Idealizador
do Fest Hip Hop e do H2 a Batalha. Realizou apresentações em programas do SBT, da
Record e da Rede Minas.

Horário: 9 horas

Classificação etária: livre


O ESPAÇO DA PINTURA NA CIDADE


A atividade tem como proposta a observação de duas praças e de um parque de Belo
Horizonte, com atenção aos detalhes que formam tais espaços: suas construções,
gramas, pessoas, sombras, luzes e cores. Por meio de exercícios propostos nas aulas, a
pintura será um dos meios através do quais o grupo tratará tais detalhes.


Professora
Janaína Rodrigues (MG) – Artista visual, possui graduação na Escola de Belas Artes da
UFMG e Mestrado em Poéticas Visuais pela Pós-Graduação em Poéticas Visuais, no
Instituto das Artes/ UFRGS. Com o olhar direcionado às cenas com frutas, panos ou
utilitários, sua produção se aproxima dos detalhes e das modificações desses
elementos. Em suas pinturas as figuras são formadas por cores vivas e por uma mistura
de texturas proporcionadas pela têmpera vinílica e pela tinta a óleo. Pela recorrente
observação das cenas de natureza-morta montadas em seu ateliê, os trabalhos atuais
estão envolvidos com as imagens e as questões da simultaneidade do broto e do
deperecer da matéria. A cerâmica, a pintura, o vídeo, o impresso e a instalação passam
a ser tentativas de fixar os momentos fugidios do que permanece, de revelar parte da
visão poética sobre um corpo, sendo ele fruta, pote, pano ou nós.

Horário: 14 horas

Classificação etária: livre


PRÁTICA DO SENSÍVEL: DANÇANDO E DESENHANDO NO ESPAÇO

A atividade tem como proposta trabalhar no espaço público, ativando a percepção do
entorno. Pretende-se produzir estados de dança em conjunto, aguçar a noção do
corpo no espaço e o espaço do corpo, lançando mão da palavra de ordem flexibilidade.

Professora
Dudude Herrmann (MG) – Artista de dança, vive e trabalha entre Belo Horizonte e
Casa Branca. É performer, improvisadora, diretora de espetáculos e professora de
dança. Trabalhou como professora e/ou coreógrafa para o Grupo Galpão, Cia
Burlantins, Grupo de Dança 1º Ato, Companhia de Dança do Palácio das Artes, Grupo
do Beco do Conglomerado Santa Lúcia, Oficinão Galpão Cine-Horto.

Horário: 16 horas

Classificação etária: a partir de 18 anos

Dia 24 de julho – sexta-feira


LOCKING E BOOGALOO

Aula teórica/prática nas modalidades Locking e Boogaloo, danças ligadas à cultura
Funk Styles, criadas por Don Campbellock e Boogaloo Sam, em Los Angeles – Califórnia,
em meados da década de 70. Mostrar a relação das danças sociais no desenvolvimento
de várias danças urbanas.

Professor
Black A (Luiz Fernando Nunes Bernardo) – formado em edificações e graduando em
Educação Física, atua profissionalmente com danças urbanas e cultura hip hop há 22
anos. Participou de diversos cursos com grandes nomes do cenário nacional e
internacional de dança urbana, como P-Lock (França) e Don Campbellock (Los
Angeles). Foi campeão por seis vezes de competição individual de dança urbana e o
oitavo melhor do mundo no Hip Hop Internacional, em Las Vegas (2012). Idealizador
do Fest Hip Hop e do H2 a Batalha. Realizou apresentações em programas do SBT, da
Record e da Rede Minas.


Horário: 14 horas

Classificação etária: livre


O ESPAÇO DA PINTURA NA CIDADE

A atividade tem como proposta a observação de duas praças e de um parque de Belo
Horizonte, com atenção aos detalhes que formam tais espaços: suas construções,
gramas, pessoas, sombras, luzes e cores. Por meio de exercícios propostos nas aulas, a
pintura será um dos meios através do quais o grupo tratará tais detalhes.

Professora
Janaína Rodrigues (MG) – Artista visual, possui graduação na Escola de Belas Artes da
UFMG e Mestrado em Poéticas Visuais pela Pós-Graduação em Poéticas Visuais, no
Instituto das Artes/ UFRGS. Com o olhar direcionado às cenas com frutas, panos ou
utilitários, sua produção se aproxima dos detalhes e das modificações desses
elementos. Em suas pinturas as figuras são formadas por cores vivas e por uma mistura
de texturas proporcionadas pela têmpera vinílica e pela tinta a óleo. Pela recorrente
observação das cenas de natureza-morta montadas em seu ateliê, os trabalhos atuais
estão envolvidos com as imagens e as questões da simultaneidade do broto e do
deperecer da matéria. A cerâmica, a pintura, o vídeo, o impresso e a instalação passam
a ser tentativas de fixar os momentos fugidios do que permanece, de revelar parte da
visão poética sobre um corpo, sendo ele fruta, pote, pano ou nós.

Horário: 16 horas

Classificação etária: livre


PRODUÇÃO DE TEXTO – A ESCRITA CRIATIVA

Nosso trabalho é uma tentativa de tirar o gesso que a escola nos colocou e esqueceuse
de tirar. A matéria prima da escrita é a palavra e não a ideia. A palavra gera ideias e
não o contrário. A palavra ganha então um corpo, um estatuto de objeto autônomo. A
fonte remota de cada unidade vocabular é o inconsciente. E o conduto imediato até o
papel é a caneta concebida aqui como um prolongamento dos dedos. Entendemos que
o ato de escrever está intimamente ligado ao ato de ler, à reflexão e à cultura. Daí os
textos motivadores que comparecem na oficina. Textos que não só remetem ao
exercício da escrita, como também discutem a própria vida e a cultura. São textos
criadores, gostosos, provocadores que vão desencadear outros e sugerir caminhos. É o
momento de descontração, de massagem cultural, de aquecimento para o fantástico
jogo da escrita. A fatura de textos dos alunos virá da prática. A teoria escorre dos
textos lidos, apresentados. E neste fazer, o agente passará pela descrição, narração,
dissertação. Em uma etapa posterior estará criando crônicas, minicontos, relatos da
memória. Descreverá paisagens, rios, cidades. Brincará com as palavras e fará delas
um desenho mágico.

Professor
Ronald Claver (UFMG) – Sou mineiro. A literatura é uma companheira legal e fiel.
Conhecia-a ainda menino, sem a carteirinha de escritor e sem pedir licença fui
escrevendo o mundo. A matéria do escritor é a vida e esta explode nas esquinas, nos
bares, na sala de jantar, nos becos, estádios e corações. A vida é eletricidade. O
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escritor é o fio condutor desta realidade. E dá choque. Já fiz teatro, audiovisuais, fui
diretor de colégio, secretário municipal de Esportes. Já ganhei prêmios literários.
Tenho mais de 20 livros publicados. Alguns esperando o selo das editoras, outros na
gaveta da cabeça. São Francisco é meu santo, meu irmãozinho, meu rio, minha
sandália e minha lua cheia de fé e sol. Confesso que há essa contingência que
chamamos amor. Que às vezes é fel, às vezes é flor.

Horário: 9 horas

Classificação etária: livre


CANTANDO E CONTANDO A HISTÓRIA DO SAMBA

O encontro irá oferecer, aos participantes, estratégias de intervenção pedagógica que
favoreçam a construção de atividades lúdicas, com base na musicalidade rítmica do
samba, abrangendo o conhecimento sobre a história da África e a importância da
cultura afro-brasileira para a afirmação da identidade étnica racial.

Professora
Denísia Martins (MG) – Historiadora formada pela UFMG, é pesquisadora da cultura
de matriz africana. Produtora e educadora do Projeto Cantando e Contando a História
do Samba, produtora da cantora Dóris e Banda. É também integrante da Rede Nacional
de Povos tradicionais e comunidades de terreiro.

Horário: 14 horas

Classificação etária: livre


DESUNIFORMIZADOS: um pelotão mal visto

O encontro pretende abordar os campos da performance e da intervenção urbana por
um viés prático, voltado para a conversão do espaço da rua, que de lugar de passagem
será transformado em lugar de permanência, de convívio e de exercício da expressão.
As atividades a serem desenvolvidas convidam os corpos presentes a manifestarem
seu potencial de resistência e de singularidade, convergindo na apropriação e
(re)significação de situações do cotidiano, a serem deslocadas de seu universo usual e
dotadas de ironia, ritualização e transgressão.
Professora
Christina Fornaciari (UFMG) – Atua na interface entre as Artes, a Educação e os
Direitos Humanos. É Doutora em Artes Cênicas pela UFBA, Mestre em Performance e
Direitos Humanos pela Queen Mary University of London e Mestre em Teorias e
Práticas Teatrais pela USP. Possui graduação em Direito pela Faculdade Milton Campos
e formação pelo Teatro Universitário da UFMG. Atualmente está vinculada à
FaE/UFMG, onde leciona as disciplinas de arte-educação no Curso de Pedagogia, bem
como nas licenciaturas em LAL - Literatura, Artes e Linguagem do FIEI (Formação em
Educação Intercultural Indígena) e do LeCampo (Licenciatura em Educação do Campo).
É organizadora do livro Corpo em Contexto, lançado em 2014, que aborda o fazer
artístico junto a minorias étnico-sociais.

Horário: 9 horas

Classificação etária: livre


O SOM DO TAMBOR MINEIRO


A atividade pretende divulgar o som do Tambor Mineiro e difundir a raiz congadeira,
buscando a valorização dessa música de resistência do negro em Minas Gerais. O
encontro irá propor a quebra de preconceitos, além de propagar a cultura negra e
disseminar a arte.

Professor
Maurício Tizumba (MG) – Cantor, compositor e ator. Em sua carreira artística, que tem
início ainda na década de 60, se destaca por fazer um percurso de grande relevância
para a cultura afro-brasileira. Traz consigo a forte influência do congado mineiro,
manifestação cultural e religiosa que resiste há mais de três séculos enquanto
importante símbolo de expressão da cultura negra em Minas Gerais. Tizumba é
formado pelo Teatro Universitário da UFMG, experiência que o capacitou para atuar
em diversas produções teatrais e cinematográficas.

Horário: 16 horas

Classificação etária: livre


FÓRUNS DE DIÁLOGO

Local: pátio interno do Conservatório UFMG
Classificação etária: a partir de 16 anos
ARTE, SOCIEDADE E JUVENTUDE (PROJETOS ESPECIAIS)
Moderador – João Gabriel Marques Fonseca (UFMG)
Debatedores – Tânia Mara Lopes Cançado (UFMG), Márcio Lima (BH) e Samira Ávila
(BH)
Data: 20 de julho
Horário: 17 horas


O ESPAÇO DA UNIVERSIDADE NA CIDADE (E VICE-VERSA)

Moderadora – Mônica Medeiros Ribeiro (UFMG)
Debatedores – Christine Greiner (SP) e Cássio Viana Hissa (UFMG)
Data: 21 de julho
Horário: 18 horas


OS MÚLTIPLOS ESPAÇOS DA LUZ

Moderador – José Sávio Araújo (UFRN)
Debatedores – Telma Fernandes (SP), Rodrigo Duarte (UFMG) e Sebastião de Pádua
(UFMG)
Data: 22 de julho
Horário: 18 horas


ESPAÇO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS

Moderador – Ernani Maletta (UFMG)
Debatedores – Cida Falabella (BH), Leonardo Lessa (RJ) e Rita Gusmão (UFMG)
Data: 23 de julho
Horário: 18 horas


O FORMATO DE FESTIVAIS
Moderador – Fernando Mencarelli (UFMG)
Debatedores – Ernani Maletta (UFMG), Fabrício Fernandino (UFMG), Marcelo Bones
(Platô), Ione Medeiros (Verão Arte Contemporânea), Adriana Banana (FID) e Fernanda
Vidigal (Festival Mundial de Circo)
Data: 24 de julho
Horário: 18 horas


EVENTOS ARTÍSTICO-CULTURAIS

 

17 de julho – sexta-feira


18h – Solenidade de abertura Oficial do 47º Festival de Inverno da UFMG
Local: auditório da Reitoria
Classificação etária: livre

19h – Homenagem ao diretor teatral João das Neves
Local: auditório da Reitoria
Classificação etária: livre

19h – Abertura da exposição Yara Tupinambá
A exposição comemorativa da artista-professora Yara Tupinambá objetiva reunir e
colocar em diálogo grande parte da produção da artista que se encontra, atualmente,
espalhada pela UFMG. A proposta é reconhecer tanto seu trabalho como professora
quanto ressignificar seu trabalho como artista. A exposição possibilitará ao público o
acesso a essa grande artista, que continua atuante na capital mineira.
Curadoria: Rodrigo Vivas (UFMG)
Local: saguão da Reitoria
Classificação etária: livre

21h – Espetáculo de dança, com a Cia. Mimulus
Local: auditório da Reitoria
Classificação etária: livre
18 de julho - sábado

15h – Cortejo Cênico
Formandos muito especiais convidam a cidade para a sua espetacular festa de
formatura. Assim, o Cortejo Cênico, com suas intervenções artísticas, pretende,
através de efetivas apropriações e transformações das espacialidades, de forma lúdica
e interativa, por em foco a relação entre a universidade e a cidade, tema do 47º
Festival de Inverno da UFMG.
Trajeto: Espaço do Conhecimento UFMG (Praça da Liberdade), Av. João Pinheiro, Av.
Afonso Pena, Parque Municipal
Classificação etária: livre

19h30 – Show Maurício Tizumba
Local: Parque Municipal (em frente ao Teatro Francisco Nunes)
Classificação etária: livre


19 de julho - domingo

9h às 18h - Domingo no Campus
Local: gramado da Reitoria/Praça de Serviços do Campus Pampulha

16h – Apresentação do Coral Canto Crescente
Local: auditório da Reitoria
Classificação etária: livre

17h – Show Banda Djambê
Local: gramado da Reitoria
Classificação etária: livre

19h30 – Palestra musical, com José Miguel Wisnik
Local: Conservatório UFMG
Classificação etária: livre

20 de julho – segunda-feira


19h30 – Apresentação do Coral Ars Nova
Local: Conservatório UFMG
Classificação etária: livre

21 de julho – terça-feira


17h – Lançamento de livros, com Christine Greiner e Mariana Muniz
Local: Conservatório UFMG
Classificação etária: a partir de 16 anos

21h – Da quadrinha ao galope beira mar, com Antônio Nóbrega

Nesta que pode ser chamada de uma aula-espetáculo ou uma aula-cantoria, o artista
Antônio Nóbrega, além de cantar e tocar, apresenta o modo como foram se
desenvolvendo as inúmeras formas e gêneros da poesia popular brasileira. A narrativa
abrange um arco de tempo que vai desde o nascimento da nossa familiar quadrinha –
Idade Média, Portugal – à criação de um gênero poético sofisticado como o Galope à
beira-mar – século XIX, nordeste do Brasil. Tudo isso mesclado a cantos, danças e até a
momentos interativos em que o público é convidado a participar cantando, palmeando
ou mesmo dançando.

Local: auditório da Reitoria – Campus Pampulha

Classificação etária: livre


22 de julho – quarta-feira

21h – Concerto Bandoneón, com Rufo Herrera (BH)
Rufo Herrera, compositor e bandoneonista argentino, radicado no Brasil, apresenta um
programa com transcrições de obras de J.S. Bach, composições de sua autoria e
versões próprias da obra de Astor Piazzolla para Bandoneón solo. Já gravou os discos
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“Tocata del Alba”, “Toda Música”, com o Quinteto Tempos, “Bandoneón”, “Latinidade
I”, com a Orquestra Ouro Preto e “Balada para um loco”, com a cantora lírica Sylvia
Klein.

Local: Conservatório UFMG

Classificação etária: livre


23 de julho – quinta-feira

19h – Espetáculo teatral “Eles também falam de amor”

O espetáculo aborda o universo da artista popular que transformou o papel de bala em
matéria-prima para suas obras e para sua filosofia de sustentabilidade. Inspirado nos
poemas, nas canções, nas histórias e nas criações plásticas de Efigênia Rolim, para
todas as idades, “Eles também falam de amor” é um espetáculo intimista, em diálogo
com as histórias de vida dos artistas em cena e em relação direta com o espectador.
Direção: Raquel Castro

Local: prédio do Teatro – sala preta

Classificação etária: livre


21h – Espetáculo teatral “Eles também falam de amor”

O espetáculo aborda o universo da artista popular que transformou o papel de bala em
matéria-prima para suas obras e para sua filosofia de sustentabilidade. Inspirado nos
poemas, nas canções, nas histórias e nas criações plásticas de Efigênia Rolim, para
todas as idades, “Eles também falam de amor” é um espetáculo intimista, em diálogo
com as histórias de vida dos artistas em cena e em relação direta com o espectador.
Direção: Raquel Castro

Local: prédio do Teatro – sala preta

Classificação etária: livre


24 de julho – sexta-feira

20h – Show com Hermeto Pascoal & Grupo

Hermeto Pascoal (Lagoa da Canoa, 22 de junho de 1936) é um importante compositor,
arranjador e multi-instrumentista brasileiro – toca acordeão, flauta, piano, saxofone,
trompete, bombardino, escaleta, violão e diversos outros instrumentos musicais.

Local: gramado da Reitoria - Campus Pampulha

Classificação etária: livre


25 de julho - sábado



19h – Espetáculo teatral “Os Gigantes da Montanha”, com o Grupo Galpão


A fábula “Os Gigantes da Montanha” narra a chegada de uma companhia teatral
decadente a uma vila mágica, povoada por fantasmas e governada pelo Mago Cotrone.
Escrita por Luigi Pirandello, a peça é uma alegoria sobre o valor do teatro (e, por
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extensão, da poesia e da arte) e sua capacidade de comunicação com o mundo
moderno, cada vez mais pragmático e empenhado nos afazeres materiais. A 21ª
montagem da companhia celebra o retorno da parceria com Gabriel Villela, que assina
também a direção de espetáculos marcantes do grupo, como “Romeu e Julieta” (1992)
e “A Rua da Amargura” (1994).

Local: gramado da Reitoria - Campus Pampulha

Classificação etária: livre

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