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Estado de Minas

Dívida com o Fies pode ser renegociada até a segunda-feira, 29

Banco do Brasil disponibiliza ferramenta para facilitar operação


postado em 26/07/2019 15:04

Dívida com o Fies pode ser renegociada até a segunda-feira, 29(foto: Educa Mais Brasil)
Dívida com o Fies pode ser renegociada até a segunda-feira, 29 (foto: Educa Mais Brasil)

Termina na próxima segunda-feira, 29, a renegociação da dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para estudantes que contrataram o benefício até o ano de 2017 e estão com atrasos acima de 90 dias. A informação foi divulgada pelo Ministério da Educação (MEC) no primeiro semestre deste ano e pode ser realizada diretamente com o agente financeiro. De acordo com dados da pasta, o programa soma mais de R$ 10 bilhões em dívidas.


Os estudantes contam com duas formas de renegociação: o pagamento por reescalonamento ou novo parcelamento. Porém, será preciso pagar uma parcela de entrada, em espécie, que corresponde a 10% do valor consolidado da dívida em atraso ou no valor de R$ 1mil, o que for maior.

Dívida do Fies Banco do Brasil


O Banco do Brasil disponibilizou uma opção para renegociação dessa dívida por meio do seu aplicativo. Para isso, é preciso entrar no APP do BB, clicar no menu "Soluções e Dívidas" e "Renegociar Fies". A ferramenta de renegociação de operações do Fies por dispositivos móveis é oferecida em caráter exclusivo pelo Banco do Brasil.


Essa possibilidade também pode ser usada pelos clientes com fiador e para os serviços de consulta e de simulação. Porém, nesses casos, o cliente terá de ir a uma agência para concluir a renegociação iniciada no aplicativo.


Como começar a graduação sem o Fies


Quem deseja começar uma graduação, mas não têm condições de pagar as mensalidades das universidades particulares, mas não quer continuar pagando depois de formado, pode buscar alternativas ao Fies. As principais delas são as bolsas de estudo para faculdade. As que beneficiam um maior número de estudantes é o Programa Universidade para Todos (Prouni), que também é do governo federal, e o Educa Mais Brasil, este último de iniciativa privada.

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