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Estado de Minas

Presidente do STF pede informações à Justiça de MG para analisar habeas corpus de Bruno

O ministro vai julgar o pedido de liberdade para o goleiro, mas considerou as informações enviadas ao STF insuficientes


postado em 23/12/2011 13:34 / atualizado em 23/12/2011 13:38

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, solicitou ao Tribunal do Júri de Contagem mais informações sobre o Caso Bruno para julgar o habeas corpus do ex-atleta. Bruno Fernandes, que faz aniversário nesta sexta-feira, está preso desde o ano passado acusado de envolvimento no desaparecimento e morte da ex-namorada Eliza Samúdio.

Peluso recebeu o pedido de liberdade do goleiro na quarta-feira, mas preferiu pedir mais informações à juíza Marixa Rodrigues, magistrada que proferiu a sentença de pronuncia do réu. Para o ministro, é inviável a apreciação do pedido de liminar sem a correta formação do habeas corpus, apresentado ao STF com 90 páginas. Peluso pediu cópia da sentença que pronunciou Bruno, além de decisões posteriores que mantiveram a prisão preventiva do réu.

O goleiro Bruno é acusado, com outros sete corréus, pelo homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e ocultação de cadáver. De acordo com o inquérito, Eliza e a criança, suposto filho do goleiro, foram sequestrados por Luiz Henrique Romão amigo do goleiro e Sérgio Rosa Sales, primo do ex-atleta, no Rio de Janeiro. Mãe e filho foram levados para o sítio de Bruno, em Esmeraldas, na Grande BH. A vítima foi mantida em cárcere privado até o dia 10, quando foi assassinada na casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Ele é apontado como o executor. A criança foi entregue à ex-mulher de Bruno, Dayanne de Souza.

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