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Estado de Minas

Advogado de Bruno não vai usar sumiço do corpo de Eliza como defesa em júri


postado em 09/11/2011 07:18 / atualizado em 09/11/2011 07:24

O advogado Cláudio Dalledone, que defende o goleiro Bruno, acusado da morte e desaparecimento da modelo Eliza Samúdio, adiantou que no julgamento não vai argumentar que sem corpo não há crime. “Isso é uma infantilidade. Não existe isso. Do contrário, teremos de abolir um crime que chama-se ocultação de cadáver. Alguém mata alguém e diz que se não tem corpo não tem crime. É uma retórica barata”, afirmou Dalledone.

O defensor tem expectativa de que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais marque o julgamento de Bruno para o próximo mês. Recentemente, advogado esteve com o goleiro na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, Grande BH, para prepará-lo para o júri. “Bruno quer ser julgado para provar sua inocência e não vou entrar mais com recurso”, disse Dalledone. Além de Bruno, estão presos esperando o julgamento o amigo do goleiro Luiz Ferreira Romão e o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Outros seis acusados estão em liberdade. O TJMG informou que a marcação do júri aguarda julgamento de um habeas corpus.

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