Muitas pessoas pensam que por ser uma condição psicológica, o estresse não causa danos ao corpo, mas isso é uma grande lenda já que o estresse é uma das principais causas para problemas graves no coração e gastrointestinais. É preciso aprender a lidar com ele, principalmente no dia-a-dia corrido que a maioria de nós está exposto.
Se divertir é uma das opções e não é preciso sair de casa para conseguir aproveitar de coisas diferentes como jogos de cassino, filmes alegres, aulas de ginástica e tantas outras coisas. Mas, como lidar efetivamente com o estresse que é recorrente? Como conseguir controlar essa emoção que muitas vezes pode nos consumir por dias? Existe uma fórmula para diminuir os níveis de estresse e ansiedade?
Como diminuir o estresse
Primeira regra: se entender
O primeiro ponto para se diminuir o estresse é algo que muitas pessoas acham que sabem mas na verdade não sabem: Como se entender! O estresse é um ponto biológico, ou seja, uma característica interna. As pessoas passam por ele como se fosse algo externo, causado pelo outro mas, porque a mesma situação pode ser extremamente estressante para alguns e para outros não?
É preciso ir na fonte: Por qual motivo você está estressado com essa situação? Existe a possibilidade de você fazer algo AGORA? Até para as situações mais estressantes, é preciso ter essa visão. O estresse pode acarretar danos graves ao nosso corpo e também ao nosso comportamento, então, é preciso saber lidar e dosar para que um problema não se transforme em dois.
Segunda regra: mudar o foco
Fazer coisas pequenas como caminhar, ler um livro, jogar ou até mesmo perceber a respiração não são fulgas do problema como muitos pensam. É preciso ter esse momento para entender melhor a situação e verificar quais ações podem e devem ser tomadas, caso haja alguma. Caso não exista a possibilidade de fazer algo, a resposta com ou sem estresse é esperar que a situação se resolva, então, o melhor é não machucar ainda mais o corpo e aprender a escolher a opção “sem estresse”.
Muitas pessoas devem estar pensando: “Mas, como escolher? Eu não tenho controle sobre isso” e é ai que elas se enganam. Estresse é um dos sentimentos que se pode controlar, basta ter a noção real do problema. Por isso, redirecionar o cérebro para outra atividade, ainda que por alguns minutos pode fazer com que ele tenha um entendimento melhor no seu subconsciente da situação estressante, enquanto faz algo que não está ligado à aquilo.
Então, ao invés de comer sempre que se está estressado, criando um problema de ansiedade, que tal jogar um pouco, ler, fazer um esporte ou praticar técnicas de respiração? Tudo isso ajuda o cérebro a se concentrar e tirar um pouco o foco do que o deixa estressado (a). Ter esse cuidado e auto-controle é fundamental para conseguir lidar com o estresse.
Terceira regra: se cuidar a longo prazo
Aprender a se cuidar em relação ao estresse também é aprender que algumas vezes o estresse vai aparecer e que é preciso verificar se vale ou não à pena senti-lo e, por incrível que pareça, na maioria das vezes a resposta é: Não vale a pena sentir estresse. E, sabendo disso fica muito mais simples lidar com ele. Um bom exemplo é o atraso. Quando nos atrasamos para um compromisso é normal que o estresse tome conta, mesmo que de forma muito sútil. Mas, incomoda, irrita, ficamos inquietos. O problema maior não é o atraso, é a culpa e o estresse associado.
Mas, essa culpa e esse estresse vai adiantar algo? Vai resolver o problema? Muitas vezes eles atrapalham… quantas pessoas não batem o carro quando estão estressados e atrasados? Ou pegam o ônibus errado porque estão tão focados no estresse, no medo e na culpa que sem perceber, perdem o foco da situação real. O trânsito não vai andar mais rápido, o ônibus também não. É preciso entender que quando não se pode fazer nada, realmente não se pode fazer nada! Correr com o carro não deve ser uma opção pois os danos podem ser fatais.
Quarta regra: tenha claridade
Ter a noção clara de toda a situação ajuda muito mais no dia-a-dia que o simples fato de se estressar, que é o mais fácil. Continuando o exemplo anterior, se uma pessoa se atrasa ela precisa entender o motivo desse atraso. Nesse momento não existe nada mais a se fazer além de tentar focar no caminho e chegar com segurança e atenção ao local desejado.
Caso o estresse tome conta, os dois novos objetivos podem se frustrar: A pessoa pode perder o foco e se perder, bater em um carro ou se machucar de alguma forma. Ou, chegar bem e em segurança mas ficar com a adrenalina tão alta que não presta atenção no compromisso. Por isso, ter claridade sobre os próximos passos e o que é ou não possível acalma muito e diminui o estresse.
Quinta regra: aproveite o caminho
Já que nada pode ser feito, que tal aproveitar o caminho? O estresse deve ser um aviso e não um sentimento recorrente. É importante aprender com os erros anteriores e não voltar a repeti-los, já que já é possível ter a noção de que aquilo é um causador de estresse. Quando se está na situação e ela está caminhando para uma resolução ou desfecho, só aproveite. Faça as coisas com calma, se divirta e aproveite as diferentes possibilidades ofertadas.