Publicidade

Estado de Minas

Conta de luz mais cara em dezembro Entenda as causas e aprenda a se proteger de futuros aumentos


02/12/2020 23:31

Divulgação
Divulgação

A Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, decidiu reativar o sistema de acionamento das bandeiras tarifárias a partir do dia 1º de dezembro. O impacto sobre o orçamento das famílias e das empresas será alto. A bandeira que vai vigorar em dezembro é a mais cara, isto é, vermelha patamar 2. Nesse sentido, teremos um adicional tarifário de R$ 6,243 a cada 100 kWh consumido por mês.

Você sabia que com a energia solar você consegue reduzir sua conta de luz e ainda se proteger de futuros aumentos, tais como, bandeiras tarifárias e revisões tarifárias, que historicamente, superam em muito os índices de inflação? 

O que são as bandeiras tarifárias?

Desde o ano de 2015, as contas de energia passaram a trazer uma novidade: o Sistema de Bandeiras Tarifárias. Dessa forma, tem-se as seguintes modalidades: verde, amarela e vermelha   as mesmas cores dos semáforos. Trata-se de uma sinalização para indicar se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade.

Veja as características de cada uma das bandeiras tarifárias:

  • Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;
  • Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01343 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;
  • Bandeira vermelha Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04169 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
  • Bandeira vermelha Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,06243 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Como as bandeiras tarifárias impactam sua conta de luz?

Desde maio, em virtude da pandemia do novo coronavírus, a Aneel havia decidido manter a bandeira verde acionada até 31 de dezembro. Mas a queda no nível de armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e a retomada do consumo de energia obrigaram a agência a reativar o seu sistema de bandeiras.

Dessa forma, uma conta de luz de uma residência com consumo de 100kWh atendido pela CEMIG em Minas Gerais, que apresentava um custo de cerca de R$ 91,98 na bandeira verde passa para R$ 101,27, incluindo os impostos. Ou seja, um aumento de 10,1%, que pesa no orçamento já apertado das famílias brasileiras.

O acionamento da bandeira vermelha nas contas de luz em dezembro produzirá um impacto de 0,40 ponto percentual no IPCA do mês. Dessa forma, o índice oficial de inflação deve superar ligeiramente a meta de 4,0%. No entanto, o índice permanecerá confortavelmente dentro do intervalor de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Divulgação
Divulgação

Qual o motivo para esse aumento da conta de luz agora?

A decisão de voltar a acionar o mecanismo é consequência da piora do nível dos reservatórios e do aumento do preço da energia elétrica.

Primeiramente, o Operador Nacional do Sistema, NOS, apontou que a carga de energia do Brasil deverá aumentar 4,4% em dezembro. Além disso, a projeção de chuvas nas regiões das hidrelétricas está abaixo da média histórica para o período.

Esse desequilíbrio já está presente no preço. Mais precisamente, o Preço de Liquidação das Diferenças, PLD, alcançou o teto em todas as regiões. Atenção especial para as regiões Sudeste/Centro-Oeste e Sul do país, que apresentam situação severa, mesmo com o despacho térmico a plena carga e a importação de energia da Argentina e do Uruguai.

Nesse sentido, nas últimas semanas, o ONS vem despachando um número maior de usinas termelétricas. Essas usinas termelétricas são mais caras e levaram o Custo Marginal de Operação atingir o maior patamar do ano: R$ 744/ MWh.

Essa não é a primeira bandeira vermelha que pagamos

Desde a implementação do sistema do sistema de bandeiras tarifárias em 2015 até dezembro de 2020 já temos 72 meses de operação do modelo. Ao longo deste período, tivemos 31 bandeiras verdes, 12 bandeiras amarelas e 29 bandeiras vermelhas, sendo 20 bandeiras vermelhas patamar 1 e 9 bandeiras vermelhas patamar 2, incluindo a mais recente de dezembro de 2020.

De fato, o ano de 2020 ficará marcado pela crise econômica com impactos profundos no setor elétrico. Por outro lado, 2020 foi o ano de maior prevalência de bandeiras verdes, com 10 meses ininterruptos de fevereiro a novembro de 2020.

Mesmo assim, pagamos na média uma bandeira alaranjada, isto é, a tarifa cobrada pela distribuidora de energia é na média 3,2% superior a tarifa verde ficando entre a bandeira amarela e a bandeira vermelha patamar 1, se analisarmos todo o período de 2015 a 2020.

O que você pode fazer para se proteger desses aumentos?

Divulgação
Divulgação

A solução é gerar sua própria energia elétrica. Mais de 425 mil consumidores brasileiros já adotaram a energia solar distribuída. Essa decisão está ainda mais fácil devido a oferta de energia solar por assinatura, que permite adesão a fazendas solares compartilhadas que geram créditos e reduzem sua conta de luz. Tudo isso, sem a necessidade de investimentos na compra e instalação de placas fotovoltaicas em seu telhado.

Nesse sentido, caso deseje conhecer um pouco mais para saber, quando você pode economizar, sem fazer investimentos, sem prazos/multas contratuais e ainda ajudar o meio ambiente, solicite uma oferta sob medida da SUNWISE para você. A SUNWISE é uma empresa especializada em energia solar distribuída. Entenda como a oferta da SUNWISE te protege de futuros aumentos com revisões tarifárias e bandeiras. Caso prefira, mande uma foto da sua conta de luz para o WhatsApp: 31 9883-1126 ou 35 9715-4744. Enfim, aproveite as novas fazendas solares já em operação e garanta suas economias. Centenas de pessoas e empresas já estão economizando e contribuindo com o meio ambiente. Veja como é simples, rápido e fácil fazer a coisa certa!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade