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Estado de Minas

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postado em 14/02/2020 04:00

Planos econômicos

O Conselho Nacional de Justiça informou, ontem, que indenizações decorrentes do acordo entre credores e a União relacionado aos planos econômicos chegaram à cifra de R$ 1,6 bilhão. O acordo envolve perdas em cadernetas de poupança com os Planos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991), e foi homologado em 2018 pelo Supremo Tribunal Federal. “Mais de 109 mil poupadores, na maioria pessoas idosas, aderiram ao acordo de conciliação dos planos econômicos de controle da inflação. Assim, foi colocado um ponto final em cerca de 90 mil processos – dos cerca de 580 mil – que tramitam na Justiça brasileira desde a década de 80", diz o CNJ. Segundo o Conselho, as 'indenizações são calculadas mediante a aplicação de fatores de multiplicação sobre o saldo das cadernetas de poupança na época de cada um dos planos e na respectiva moeda vigente na época'.

Serviços

A queda de 0,4% no volume de serviços prestados no país em dezembro ante novembro, foi o segundo mês seguido de retração, período em que acumulou uma perda de 0,5%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços e foram divulgados ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado elimina parte do avanço de 2,2% acumulado em setembro e outubro, lembrou o IBGE. Ainda assim o resultado do ano de 2019, com alta de 1,0%, foi o primeiro desempenho positivo após um período de quatro anos sem crescimento no setor: 2015 (-3,6%), 2016 (-5,0%), 2017 (-2,8%) e 2018 (0,0%). A alta, porém, é insuficiente para recuperar a perda de 11% registrada durante a crise. De 2015 a 2017, os serviços encolheram 11%.


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