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Estado de Minas ECONOMIA

Trump diz que EUA estão vencendo batalhas e defende uso de tarifas


postado em 11/06/2019 20:07

Em discurso marcado por críticas ao democratas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que está vencendo as batalhas comerciais que seu governo começou para apoiar os agricultores americanos e ressaltou que as tarifas aplicadas a produtos chineses "estão trazendo bilhões para o nosso país" e sem efeito nos dados de inflação. Os comentários de Trump foram feitos a uma plateia de agricultores em uma fábrica em Council Bluffs, Iowa.

De acordo com Trump, a população americana precisa pressionar tanto os democratas quanto a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi (Califórnia), pela aprovação do Acordo EUA-México-Canadá (USMCA, na sigla em inglês). O republicano afirmou que o pacto comercial é muito mais justo para os agricultores e, por isso, precisa ser aprovado pelo Congresso. Além disso, Trump comentou que, "depois do que aconteceu com o México, eles irão comprar muito mais de nós", referindo-se à ameaça de tarifar produtos do país vizinho para forçar uma ação mexicana na fronteira entre os dois países.

Trump disse que seu governo também fez com que produtos agrícolas americanos fossem procurados novamente. Ele lembrou a abertura de mercados na Argentina e no Paraguai para alguns produtos e apontou que a União Europeia aumentou as compras de soja americana. Para ele, as questões comerciais entre os EUA e os europeus devem ser resolvidas "muito facilmente". Além disso, Trump afirmou que o Japão garantiu a ele que comprará "ainda mais" produtos agrícolas americanos.

Em seu discurso, Trump elegeu o ex-vice-presidente dos EUA Joe Biden como seu principal alvo. Biden, que é pré-candidato democrata às eleições presidenciais americanas de 2020, lidera a corrida pelo partido, seguido pelo senador independente Bernie Sanders (Vermont). De acordo com Trump, sob o comando de Biden, os agricultores americanos não seriam respeitados "porque as pessoas não o respeitam. Isso me lembra muito o que aconteceu com a Crooked Hillary [Clinton, candidata democrata derrotada em 2016]".

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