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Estado de Minas ECONOMIA

Lojas Renner registra lucro líquido sobe 41,9% no 2º trimestre


postado em 26/07/2018 18:58

A varejista Lojas Renner registrou um lucro líquido de R$ 274,7 milhões no segundo trimestre deste ano, um avanço de 41,9% em comparação ao resultado do mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, o número refletiu melhoras operacionais que elevaram a margem bruta, combinada a menor despesas financeiras e depreciação.

"Contribuiu também para o aumento do lucro líquido a menor alíquota efetiva de IR, consequência do reconhecimento de R$ 41,6 milhões por conta da dedutibilidade fiscal dos valores considerados subvenção para investimentos, conforme atendimento aos requisitos da Lei Complementar 160/17", destacou a companhia, informando que no primeiro semestre o lucro líquido avançou 48,2%, para R$ 386,2 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado total, que inclui operações de varejo e produtos financeiros, somou R$ 434,2 milhões de abril a junho, representando uma alta de 13,4% sobre o mesmo intervalo do ano passado. A margem Ebitda ajustada total ficou em 24,4%, uma expansão de 0,9 ponto porcentual. Especialmente nas operações de varejo, a margem avançou 1,2 ponto porcentual, para 19,8%, como consequência da "combinação de ganhos de margem bruta com contínuo controle de gastos", destacou a empresa.

A receita líquida das vendas de mercadorias cresceu 9,2%, para R$ 1,78 bilhão. No trimestre, a empresa reportou que houve um "bom ritmo de vendas, com adequada composição de estoques". A Lojas Renner informou ainda que o resultado da área de produtos financeiros avançou 2,9% no segundo trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado, puxada pelo crescimento das receitas a partir da consolidação do "Meu Cartão" e dos níveis de inadimplência sob controle.

O resultado financeiro líquido da companhia apontou para despesas de R$ 13,3 milhões, uma redução de 40,7%. Segundo a empresa, a melhora no resultado foi consequência da queda das despesas financeiras, em razão da redução no custo de financiamento e do endividamento. A relação entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado encerrou junho em 0,64 vez, ante 0,81 vez de um ano antes.

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